Lentes para cirurgia de catarata: qual é a melhor? Lentes para cirurgia de catarata: qual é a melhor?

Escolher lentes para cirurgia de catarata é um grande desafio, especialmente quando não se sabe exatamente o que avaliar para fazer a escolha. A verdade é que essa decisão deve ser feita de forma conjunta com um oftalmologista de confiança. Apenas dessa forma será possível saber qual é a melhor para o seu caso.

Mas para tornar a decisão mais fácil, você pode começar a estudar as diferentes opções, entendendo quais são os tipos disponíveis, quais são as diferenças entre elas e como fazer a escolha.

Para ajudar você nisso, criamos esse artigo completo. Continue lendo e saiba mais sobre lentes para cirurgia de catarata.

Por que é preciso escolher uma lente para cirurgia de catarata?

Antes de saber mais sobre as lentes para cirurgia de catarata, é importante entender onde essas lentes serão utilizadas e para que elas servem.

A catarata é um problema que ocorre quando o cristalino, uma estrutura que fica entre a íris e o humor vítreo, e serve como uma “lente”, perde a sua transparência, ficando opaca. Como consequência, os raios de luz não conseguem penetrar nos olhos como deveriam e há a perda da visão de forma progressiva.

Atualmente, esse problema é a maior causa de cegueira tratável nos países em desenvolvimento. Veja nosso vídeo e entenda melhor sobre essa doença com a Dra. Izabela Almeida, uma de nossas oftalmologistas.

Felizmente, os avanços da medicina permitem que essa estrutura danificada seja retirada do olho, havendo a necessidade de substituí-la. E é exatamente aí que entram as lentes para cirurgia de catarata.

Elas são uma versão artificial dessa estrutura do olho e, por meio de um procedimento cirúrgico, permitem que o paciente volte a enxergar normalmente. Como essas lentes são colocadas no olho, pode-se aproveitar o procedimento para fazer a correção de outros problemas de visão, como a miopia, astigmatismo ou hipermetropia.

Quais são os tipos de lentes para cirurgia de catarata?

As lentes para cirurgia de catarata podem ser divididas em diversos tipos, dependendo da classificação utilizada. Confira as principais classificações e tire as principais dúvidas sobre o tema.

Por material

As lentes para cirurgia de catarata podem ser classificadas de acordo com o seu material de composição. Isso não tem tanta relação com a qualidade, mas sim com o procedimento necessário para colocá-la.

No caso da lente rígida, também chamada de não dobrável, exige que a abertura necessária para a cirurgia seja maior que no outro tipo. Isso se dá porque, assim como o nome sugere, ela não pode ser dobrada para ser inserida no olho do paciente. Essas incisões precisam ser fechadas, por isso é necessário fazer pequenos pontos na área. Além de trazer mais desconforto para o paciente e aumentar o risco de infecção, esse processo também induz o astigmatismo, problema de visão que pode ser corrigido por meio de óculos de grau.

Já as lentes para cirurgia de catarata flexíveis ou dobráveis são feitas de um plástico fino flexível. Dessa forma, a sua colocação é feita por meio de um instrumento similar a uma seringa, com uma ponta bem fina. Como consequência, não é necessário dar pontos e o paciente se recupera mais rapidamente.

Isso não quer dizer que a flexível é melhor que a outra. Ambas têm qualidade e oferecem ótimos resultados.

Tórica ou não tórica

Além do material, as lentes para cirurgia de catarata podem ser classificadas em tórica ou não tórica. A diferença entre elas é o grau de astigmatismo que conseguem corrigir. Quando se opta pelas lentes não tóricas, por exemplo, pode ser necessário utilizar óculos para fazer leituras.

Monofocais e multifocais

As lentes flexíveis podem se dividir em outras categorias dependendo do número de focos que elas têm. Saiba mais sobre cada um dos tipos:

A partir da compreensão de todos os tipos acima, você poderá conversar mais tranquilamente com o seu oftalmologista para definir a melhor opção para o seu caso. Saiba mais sobre as lentes para cirurgia de catarata e a sua escolha na nossa live com nossos oftalmologistas, doutores Lucciano Noblat e Alexandre Rosa.

Lembre-se que apenas um oftalmologista de confiança poderá ajudar você nessa escolha. Se você ainda ficou com alguma dúvida sobre o tema, entre em contato conosco e agende uma consulta com um de nossos especialistas.

Você também pode saber mais sobre lente intraocular neste artigo e conhecer seis tipos de lentes neste link.

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5 causas de inflamação ocular e como tratar 5 causas de inflamação ocular e como tratar

Assim como os órgãos do corpo podem inflamar como consequência de uma doença, os olhos também podem passar por esse processo. Isso é chamado, na oftalmologia, de inflamação ocular.

Esse problema é caracterizado por sintomas bem incômodos, como:

Ao notar qualquer um desses sintomas é indispensável consultar um oftalmologista quanto antes para descobrir a causa e iniciar o tratamento. Muitas vezes, esses podem ser sinais de doenças mais sérias que podem trazer complicações.

Continue lendo para saber mais sobre inflamação ocular, suas possíveis causas e seus tratamentos.

O que causa a inflamação ocular?

A inflamação ocular pode ocorrer por diversos motivos e afetar diferentes estruturas do olho. Em alguns casos, ela é consequência de uma infecção por vírus ou bactérias. Em outros, pode ser uma reação alérgica a pó, maquiagens ou outros produtos aplicados na área.

Confira os principais motivos:

Conjuntivite

A conjuntivite é uma das inflamações oculares mais comuns. Ela consiste na inflamação da conjuntiva, a membrana transparente que reveste toda a parte da frente do olho e as pálpebras.

Ela pode ser causada por vírus, bactérias, alergias e exposição a certos compostos químicos. Os sintomas principais são:

O método de tratamento dependerá diretamente da causa. Nos casos dos vírus, por exemplo, há a tendência de se resolver sozinho. Já nos bacterianos, o oftalmologista pode recomendar o uso de algum antibiótico.

Vale ressaltar que a automedicação pode piorar a inflamação ocular e, inclusive, causar doenças piores, por isso, é essencial ir a um oftalmologista para realizar uma avaliação.

Uveíte

A uveíte é o nome dado a qualquer inflamação ocular que ocorre na camada média do olho, chamada de úvea e composta pela íris, corpo ciliar e coroide. Em alguns casos, a inflamação de outros tecidos também pode ocorrer.

Pode ser consequência de uma infecção, por lesões nos olhos ou ainda por outras doenças, como dengue, AIDS, tuberculose e lúpus.

Os sintomas são semelhantes aos citados anteriormente, mas podem incluir moscas-volantes e visão turva. Assim como a conjuntivite, o tratamento também dependerá da causa do problema, podendo envolver diferentes tipos de colírio.

Terçol

O terçol é uma inflamação ocular de alta incidência, ou seja, você provavelmente já teve ou ainda terá. Ele é caracterizado pelo aparecimento de um pequeno nódulo dolorido na região das pálpebras perto dos cílios. Isso ocorre quando há uma infecção nas glândulas sudoríparas e sebáceas da área.

O tratamento envolve a aplicação de compressas mornas para desinchar e, em alguns casos, o uso de colírios antibióticos para combater a infecção. É importante ir em um oftalmologista para iniciar o tratamento e reduzir os incômodos.

Ceratite

A ceratite é o nome dado à inflamação da córnea, a parte frontal dos olhos. Assim como nos outros casos, ela pode ocorrer por diversos motivos. Um dos tipos mais comuns é a infecciosa, que está normalmente relacionada com o uso de lentes de contato de forma inadequada.

De acordo com o artigo apresentado no Congresso Nacional de Pesquisa e Ensino em Ciências, os usuários de lentes de contato com ceratite frequentemente relatam uso por longas horas, manutenção das lentes de contato em soro fisiológico e o manuseio sem higienizar as mãos.

Como sintomas, há a vermelhidão dos olhos, dor e visão turva. Vale ressaltar que nos casos mais graves pode causar danos permanentes ou cegueira, sendo indispensável realizar uma consulta com um especialista para verificar se é necessário usar antibióticos ou iniciar outras formas de tratamento.

Blefarite

A blefarite consiste na inflamação da pálpebra, afetando a produção das lágrimas ou cílios. De forma geral, há a vermelhidão, coceira e o aparecimento de crostas na área.

Esse problema ocorre quando há a inflamação das glândulas sebáceas que ficam na pálpebra. Geralmente, está associada com doenças da pele, como dermatite seborreica e rosácea.

O tratamento dependerá do grau de seriedade da inflamação ocular. Pode envolver a limpeza da área e o uso de medicamentos para desinflamar as glândulas.

Ao desconfiar de inflamação ocular, consulte um oftalmologista!

Se você está com sintomas que sugerem uma inflamação ocular, agende uma visita com um oftalmologista quanto antes. Como já falado, esse problema pode ser causado por diversos fatores e, muitas vezes, exige o tratamento com antibióticos ou outros medicamentos.

No caso da ceratite, por exemplo, ficar aguardando a melhora dos sintomas pode causar o seu agravamento e, eventualmente, levar à cegueira.

Por isso, ao notar vermelhidão nos olhos, coceira, sensação de cisco e sensibilidade à luz, agende uma consulta com um oftalmologista quanto antes. Em Belém, conte com a RetinaPro para isso! Entre em contato para saber mais sobre a inflamação ocular e marcar um horário com um de nossos especialistas.

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Lesão na pálpebra: quais os tipos e como cuidar? Lesão na pálpebra: quais os tipos e como cuidar?

A lesão na pálpebra é um problema que causa muita preocupação entre os pacientes, principalmente quando ela é mais grave e há suspeita de que pode haver danos nos olhos ou nos ossos ao redor desse órgão.

As pálpebras são camadas finas de músculo e pele que tem como principal função proteger os olhos, atuando como uma barreira para evitar a entrada de corpos estranhos. Mas essa estrutura também tem outras funções.

Toda vez que abrimos e fechamos o olho há a renovação do filme lacrimal, que traz oxigênio e nutrientes para a área e ainda elimina poeiras e outros corpos que podem ter ficado nessa região. É um processo complexo que ocorre milhares de vezes por dia. Para se ter uma ideia, a Universidade de São Paulo estima que uma pessoa pisque, em média, 20 vezes por minuto.

Dessa forma, ao ter uma lesão na pálpebra, além de haver dor e preocupação, também pode haver a redução da proteção ocular, da eliminação de poeira e da nutrição do órgão. Continue lendo para saber mais sobre esse problema e como tratá-lo.

Quais são os tipos de lesão na pálpebra?

A lesão na pálpebra pode ocorrer em diferentes ambientes por diversos motivos. Confira os principais tipos e saiba mais sobre cada um deles.

Por traumas

A lesão na pálpebra por trauma é relativamente comum em todas as faixas etárias. Ela pode ocorrer de diversas formas, como em:

Dependendo do que ocorreu, a pressão na área causa sangramentos oculares, o que aumenta a pressão de dentro do olho e, em alguns casos, leva à cegueira.

Por isso, ao lesionar os olhos com uma bola, com um punho ou outro objeto, é importante ir a um oftalmologista para garantir que está tudo bem e que o inchaço, a vermelhidão e a dor são apenas temporários.

Vale ressaltar que esse cuidado é ainda mais importante nos casos em que o trauma ocorre com um objeto afiado, como um pedaço de vidro ou de madeira. Isso aumenta o risco da lesão não ocorrer apenas na pálpebra, mas também dentro do olho. Quando há o corte do, pode ocorrer a perda da visão de forma parcial ou total.

Para avaliar se houve arranhão na parte interna do olho, o oftalmologista utiliza um corante que destaca a lesão. Apenas a partir da avaliação rigorosa é possível verificar a gravidade dos casos. Mas, de forma geral, quanto mais forte foi o impacto, maior será o trauma.

Saiba mais traumas no olho na nossa live completa sobre o tema.

Por mordidas e arranhões

Outra forma de lesão na pálpebra, essa menos comum, é por meio de mordidas e arranhões de animais, como cachorros e gatos. Isso é mais comum em crianças pequenas que ainda não sabem como interagir com animais de estimação, sem garantir a sua segurança, mas também pode ocorrer em outras faixas etárias.

Independente da idade, esse tipo de problema vai além dos machucados na pálpebra e possíveis danos no globo ocular, também envolvendo as doenças que são transmitidas pelos animais, chamadas de zoonoses, como é o caso da raiva. Além disso, tanto a boca quanto as unhas de gatos e cachorros são cheias de bactérias, podendo causar uma infecção.

Ao ser mordido ou arranhado na área dos olhos é indispensável ir a um pronto-socorro oftalmológico para avaliar a ferida, ver a sua gravidade e, se necessário, iniciar um tratamento.

Por substâncias químicas

As substâncias químicas também são causadoras de uma lesão na pálpebra. Algumas substâncias, como produtos para limpeza e cloro para piscina, entram em contato com essa pele, podendo causar queimaduras na área. E o perigo é ainda maior quando os compostos respingam.

Nesses casos, o olho fica irritado, arde, dói e pode sofrer danos permanentes, dependendo diretamente da substância utilizada. De qualquer forma, deve-se realizar uma consulta com urgência um oftalmologista para verificar o dano e a gravidade da situação. Uma boa dica é levar o rótulo ou ao menos o nome do produto envolvido para que o médico saiba exatamente o que aconteceu.

Saiba mais sobre a lesão na pálpebra na nossa live completa sobre o assunto.

Como cuidar de uma lesão na pálpebra?

A lesão na pálpebra exige uma abordagem cuidadosa para evitar machucar os olhos e causar danos nesse órgão. Seja em traumas ou ataques por animais, é fundamental evitar mexer, coçar ou tocar na área, o que pode agravar a situação. Vá direto a uma emergência oftalmológica ou a um hospital para realizar a higienização da forma correta e realizar exames para verificar o estado da sua saúde.

Nos casos de acidente de carro ou de traumas muito fortes, pode-se realizar raio-x ou tomografias para verificar se houve alguma fratura nos ossos da face.

Já nos casos de contato com substâncias químicas, a orientação é diferente. Passe bastante água na lesão na pálpebra por, no mínimo, 15 minutos sem esfregar. Isso retira o excesso de produto dos olhos e evitará queimaduras mais sérias ou outros danos. Após essa etapa, siga para uma emergência ou ao seu oftalmologista de confiança para verificar se houve algo mais grave no globo ocular.

Apenas após a avaliação médica será possível analisar a gravidade do caso e traçar o tratamento ideal para o seu caso. De forma geral, ele pode envolver:

Para mais orientações sobre como agir após um trauma ocular, confira a nossa live sobre o tema.

Se você ainda tiver alguma dúvida sobre lesão na pálpebra, entre em contato conosco e agende uma consulta com um especialista em oftalmologia em Belém.

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