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Angiofluoresceinografia em Belém

Quer fazer uma angiofluoresceinografia em Belém, mas ainda tem dúvidas sobre esse exame? Nós podemos ajudar!

Os exames por imagem são ferramentas médicas que permitem ao especialista analisar informações impossíveis de serem encontradas a olho nu.

A angiofluoresceinografia é um destes exames solicitados por oftalmologistas para identificar distúrbios nos vasos sanguíneos dos olhos.

A RetinaPro foi a primeira clínica especializada em cuidados com a retina da região Norte e, em 2016, trouxe esse procedimento para Belém.

Por meio dele, é possível diagnosticar e tratar a visão de pacientes com diabetes ou problemas vasculares.

Continue lendo para entender como esse procedimento é realizado e agende sua angiofluoresceinografia em Belém conosco.

 

Conheça a angiofluoresceinografia

A angiofluoresceinografia é um exame de imagem que permite estudar os vasos sanguíneos da região dos olhos. Vale mencionar que muitas pessoas a conhecem como angiografia fluoresceínica ou angiografia fluorescente.

Nela é realizada o mapeamento e a avaliação da retina e da coroide. O exame permite uma visualização clara e objetiva, pois em sua execução é aplicado um corante fluorescente chamado fluoresceína.

Essa substância serve como um tipo de contraste para as pequenas veias dessa região, o que permite:

  • verificar o fluxo sanguíneo nos vasos da retina e coroide;
  • observar detalhes do epitélio pigmentar;
  • analisar a circulação do local e
  • avaliar de forma geral a integridade da retina.

Diferente de qualquer outro exame de retina, a angiofluoresceinografia permite visualizar essas áreas com uma clareza sem igual.

Por isso, é considerada um exame padrão ouro na investigação de qualquer doença na retina e nas regiões próximas a ela.

 

Para que a angiofluoresceinografia é indicada?

A angiofluoresceinografia é um exame detalhado que tem como principal função diagnosticar e acompanhar algumas doenças nos olhos, como:

 

Retinopatia diabética

Doença causada pelo descontrole da glicemia, o que está diretamente relacionado com a diabetes. Nela, os pequenos vasos sanguíneos que chegam até a retina, parte mais profunda do olho, são afetados.

Como consequência, há a dificuldade para a formação das imagens, causando problemas na visão.

Conforme a Organização Mundial da Saúde, até 2040 esse problema afetará uma em cada dez pessoas no mundo. Por essa alta prevalência e seus riscos, é importante que os pacientes façam a angiofluoresceinografia regularmente.

Assim, é possível rastrear a doença e auxiliar no seu acompanhamento.

 

Degeneração macular

A angiofluoresceinografia também é indicada para avaliar se o paciente está sofrendo de degeneração macular. Essa doença está diretamente relacionada com a idade e influencia a capacidade de visão.

Atualmente, a degeneração macular é a causa mais comum da perda de visão em pacientes com mais de 50 anos.

 

Glaucoma

O glaucoma é uma doença que causa a degradação do nervo óptico. Essa estrutura é a responsável por captar as informações e enviá-las para o cérebro. Normalmente, esse problema ocorre quando há o aumento da pressão ocular, mas também pode ocorrer sem esse sintoma.

Essa doença afeta cerca de 67 milhões de pessoas no mundo e, nos casos mais sérios, pode causar cegueira.

Dê play no vídeo abaixo e saiba mais sobre glaucoma!

 

 

Tumores

Apesar de poucas pessoas saberem, há a possibilidade de surgir tumores nas estruturas do olho.

Entre os principais, podemos citar:

  • retinoblastoma: ocorre nas células da retina;
  • melanoma de coroide: afeta o local entre a retina e a área branca do olho e
  • linfoma intraocular: tem origem nas células do sistema imunológico.

 

Distrofias da retina

São doenças genéticas que podem ser acompanhadas por meio da angiofluoresceinografia. Elas são raras e causam a degeneração dos cones e bastonetes, as células que captam a luz.

 

Retinopatia hipertensiva

A retinopatia hipertensiva é uma complicação da pressão alta que pode afetar até 2 5,3% dos pacientes. Ela ocorre por meio da lesão dos vasos sanguíneos localizados na retina.

Normalmente não há sintomas até os estágios avançados da doença.

 

Trombose

A formação de coágulos pode ocorrer nos vasos sanguíneos do olho, o que impede a circulação. Como consequência, pode haver hemorragias ou inchaço na área.

 

Prevenção

A angiofluoresceinografia panorâmica deve ser feita mesmo se o paciente não apresentar nenhum sintoma ocular.

Isso porque as principais doenças da retina são silenciosas. Logo, quando apresentam sinais, estão em um estado avançado.

Um exemplo disso é o glaucoma.

Agendar angiofluoresceinografia em Belém

 

Como é feita a angiofluoresceinografia dos olhos?

Agora que você já sabe o que é e quando é indicado, podemos falar sobre como é feito o exame de angiografia fluorescente.

Por ser um exame pouco comentado, devido à sua indicação ser bem específica, alguns pacientes podem ficar apreensivos sobre sua realização. Mas não é preciso ter medo, pois o exame é totalmente indolor.

Se você for agendar sua angiofluoresceinografia em Belém conosco, o exame leva cerca de 15 minutos.

Antes de começar o exame, um enfermeiro avalia seus sinais vitais e faz algumas perguntas sobre sua saúde.

O corante fluoresceína é aplicado em uma veia do braço ou da mão, que rapidamente chegará aos vasos dos olhos. Na RetinaPro, existe também a possibilidade de usar o contraste por meio da ingestão de um medicamento.

Portanto, não ha necessidade de realizar a aplicação venosa, o que traz mais facilidade e conforto para a realização do procedimento.

Isso é um benefício para os pacientes que apresentam dificuldade em conseguir um bom acesso venoso, como, geralmente, é o caso dos idosos.

Caso aconteça alguma reação ao corante, o que não é comum, a equipe irá tomar as providências mais adequadas na hora. Vale destacar que são raros os casos de reações adversas.

Durante a realização do exame, é muito importante manter a cabeça imóvel e olhar apenas para os locais que o médico indica. Em todos os momentos (antes, durante e depois do exame), nossa equipe está pronta para monitorar, orientar e tirar suas dúvidas.

Para que você realmente entenda como é feita a angiofluoresceinografia dos olhos, alguns avisos são importantes:

 

Preparo

Para a realização da angiofluoresceinografia será necessário ter as pupilas dilatadas. Para isso, será aplicado colírios específicos.

Não se assuste: a sua visão ficará turva por algumas horas e isso é perfeitamente normal.

Por essa razão, recomendamos:

  • venha acompanhado;
  • não dirija após o procedimento e
  • traga óculos escuros para diminuir a sensibilidade à luz.

 

Advertências

A angiofluoresceinografia é contra-indicada para pessoas com alergia ao corante fluoresceína sódica.

Além disso, é essencial informar ao médico se você:

  • possui alguma doença cardíaca ou asma;
  • esteja utilizando remédios nos seus olhos, em especial os betabloqueadores, ou
  • teve alguma reação adversa a um exame de visão anterior.

 

Saiba mais sobre a realização de angiofluoresceinografia em Belém no nosso vídeo abaixo.

 

 

Angiofluoresceinografia em Belém é na RetinaPro

Se você deseja fazer uma angiofluoresceinografia em Belém, conte conosco!

Nós somos uma clínica referência nacional em saúde ocular com especialização em retina.

Nosso ambiente foi pensado para promover conforto aos pacientes.

Para isso, temos uma equipe de oftalmologistas, formada por mestres e doutores, todos especialistas em saúde da retina.

Entre em contato conosco para agendar sua angiofluoresceinografia em Belém e fazer seu exame com equipamentos modernos.

Dessa forma, você terá resultados claros, objetivos e que auxiliam no diagnóstico e tratamento de variadas doenças retinianas.

Agende seu exame conosco, a saúde da sua visão não pode esperar!

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Prof. Dr. Alexandre Rosa

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e doutorado em Oftalmologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo. Especialista em doenças da retina e vítreo pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Professor de Oftalmologia da Universidade Federal do Pará.

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