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A pressão alta no olho geralmente não apresenta sintomas. Isso faz com que a maioria dos pacientes não saiba do problema e deixe de procurar ajuda médica. A falta do diagnóstico e tratamento adequado pode causar danos à visão, inclusive cegueira. Por isso, ela também precisa ser avaliada periodicamente pelo oftalmologista para a devida prevenção.

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A visão é um dos sentidos mais complexos existentes, uma vez que envolve diferentes partes do olho e do cérebro. Apesar de não podermos visualizar o processo de formação de imagem, nós já sabemos exatamente como ele ocorre e todas as estruturas envolvidas.

Para falar mais sobre esse sentido que é tão importante para todos, conversamos com o Dr. Alexandre Rosa, aqui da RetinaPro. Ele é doutor em Oftalmologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, especialista em doenças da retina e vítreo pela mesma instituição e membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo.

Continue lendo para saber mais sobre as partes do olho e entenda tudo sobre cada estrutura e suas funções na nossa visão.

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Os globos oculares são uma das mais complexas e delicadas estruturas do corpo humano. Cada uma das partes do olho é responsável por uma atividade e, juntas, permitem enxergarmos, com clareza e nitidez, por meio do envio de informações pelas células nervosas.

Muitas dessas estruturas trabalham em conjunto, ou em sequência, passando para sua sucessora a informação inicial, que chega com a luz. Quando tudo está funcionando em equilíbrio e harmonia, a saúde dos olhos vai bem. Mas, quando isso não acontece, podem surgir problemas, que desencadeiam doenças oculares ou dificultam a visão.

Por isso, é importante conhecermos a anatomia dos nossos olhos, entender a importância de cada uma das suas partes e descobrir a função delas. Assim, podemos cuidar ainda melhor da nossa capacidade visual. Então, continue lendo e venha conosco, aprender um pouco mais sobre esses órgãos tão importantes para o ser humano!

Conheça as principais partes do olho humano

Situado em uma cavidade do crânio denominada ocular, os olhos são envolvidos por camadas adiposas (de gordura), que lhe dão maior proteção e permitem que se movam com liberdade. Os movimentos dos olhos são regidos por 6 músculos oculares.

No entanto, a visão é um sentido muito mais complexo e envolve diversas outras partes do olho, que tornam a anatomia do globo ocular uma estrutura muito variada e interessante, afinal, cada uma delas é essencial para permitir que possamos enxergar.

Veja a seguir como o globo ocular é organizado e entenda para que serve cada uma de suas estruturas.

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Córnea

A córnea é a estrutura mais externa, responsável por focalizar a luz que chega aos olhos. Por essa razão é considerada a “janela” deles. Trata-se de um tecido transparente, situado em toda a frente do globo, através do qual se vê a íris e a pupila. Apresenta uma curvatura não regular, com a região central mais plana que sua área periférica.

Um dos seus objetivos é o de proteger o olho contra traumas e possíveis contaminações, além de manter o formato globular desse órgão. A limpeza natural da córnea é feita pela ação conjunta entre a lágrima e as pálpebras superior e inferior.

Esclera

A esclera, também chamada esclerótica, é a parte branca do olho ligada à córnea. Fica localizada mais externamente no globo ocular e tem como função dar proteção para as estruturas mais internas. Ela é conhecida por ser uma das três camadas do globo ocular.

Essa parte do olho é uma membrana fibrosa recoberta pela conjuntiva bulbar. É na esclera que se fixam os músculos extra oculares, responsáveis pelos diversos movimentos do olho. Também é responsável pela manutenção da sua forma.

Conjuntiva

A conjuntiva é uma membrana mucosa, transparente e fina, que tem a função de proteger a superfície do olho contra agentes externos e lubrificar o globo ocular. Ela apresenta duas porções diferentes que recebem nomes distintos.

Quando recobre a parte branca do olho, ou seja, a esclera, a conjuntiva é chamada bulbar. No caso da porção que recobre as pálpebras, essa é denominada como tarsal. Nessa parte do olho encontramos diversos vasos sanguíneos.

Íris

A íris é a parte mais escura do olho, às vezes colorida (olhos azuis ou verdes), e que tem uma abertura central, a pupila. Ela fica localizada logo atrás da córnea. A cor do olho da pessoa é definida pelo pigmento presente na íris. Ela sofre variações dependendo da quantidade de melanina armazenada, o que é definido por cerca de 150 genes diferentes.

Os genes predominantes na população mundial fazem com que os olhos castanhos sejam o tipo mais comum, seguido de avelã e azul. Existem algumas combinações genéticas que levam à ocorrência de cores muito raras, como âmbar, vermelho, violeta, preto e verde.

Você sabia que apenas 2% das pessoas apresentam olhos com essa última tonalidade?

Além de definir o tom dos olhos, a íris apresenta diversos músculos lisos que controlam a abertura e fechamento da pupila, funcionando como o diafragma de uma câmera fotográfica. A abertura varia em função inversa à luminosidade existente no ambiente. Assim, quanto menos luz disponível, mais ela dilata para um aproveitamento maior da luminosidade.

Corpo ciliar

O corpo ciliar é uma das partes do olho que fica localizado atrás da íris. É responsável pela formação do humor aquoso, o qual é um dos fluidos intraoculares. Outra função dessa parte é a de manter a pressão ocular adequada e o formato esférico do globo.

A contração do corpo ciliar provoca uma alteração na formação do cristalino, o que altera o foco da visão. Sua ação permite ajustarmos o olhar para enxergarmos o que está mais perto ou longe, como em uma câmera.

Cristalino

O cristalino é uma estrutura de consistência gelatinosa e elástica que fica localizada logo atrás da pupila. Sua estrutura é convergente, focaliza a luz que a penetra e forma imagens na retina. É o cristalino que realiza o ajuste fino para o foco e a leitura, por exemplo.

Esse ajuste é feito por meio da flexibilidade da própria estrutura, visto que o cristalino é como se fosse uma lente. Entre os 40 e os 50 anos, essa estrutura começa a perder essa propriedade, surgindo a presbiopia, também conhecida como “vista cansada”.

Posteriormente, o cristalino pode se tornar escuro e endurecido, impedindo a passagem da luz e constituindo a catarata.

Humor vítreo

Também chamado corpo vítreo ou apenas vítreo, é uma estrutura gelatinosa e viscosa da anatomia do olho, que ocupa a porção central do globo ocular, sobre a retina e atrás do cristalino. Seu volume médio é de cerca de 4 ml em cada um deles.

Ao nascermos, o humor vítreo tem uma consistência bem densa, e com o passar do tempo ocorre a liquefação, com consequente descolamento do mesmo. Em virtude do descolamento do vítreo, percebemos pequenas manchas no campo de visão, que comumente chamamos moscas volantes.

Retina

A retina é uma das partes do olho mais conhecidas. É nela que se formam as imagens daquilo que é visto e corresponde a um fino tecido nervoso que transmite as informações para o cérebro através do nervo óptico.

As células da retina sensíveis à luz são conhecidas como cones e bastonetes. A parte central da retina é chamada mácula, e é rica em cones, responsáveis pela visão de detalhes e das cores. O restante da retina é basicamente formado de bastonetes, menos sensíveis às cores.

No entanto, esses bastonetes são sensíveis em baixa intensidade luminosa. Desse modo, quando em um ambiente de pouca luz, os bastonetes se encarregam da visão, ou seja, são eles que nos permitem enxergar no escuro.

Outra função da retina é gerar os impulsos nervosos, que são enviados ao cérebro, o que permite que os objetos e cenários sejam vistos.

Coroide

A coroide é a camada média do olho, que fica localizada entre a esclera e a retina. Essa é uma membrana muito fina, intensamente pigmentada e vascularizada.

Os vasos sanguíneos da coroide é que suprem as células da retina e da esclera com o oxigênio e nutrientes que precisam. Por isso, essa estrutura da anatomia do olho é essencial para garantir a manutenção dessas duas partes e, consequentemente, o bom funcionamento da visão.

Com a íris e o corpo ciliar, a coroide formam a segunda das três camadas do globo ocular.

Nervo óptico

O nervo óptico é formado a partir da união de fibras nervosas das células ganglionares da retina. Essa estrutura faz a conexão do olho com o cérebro, por isso conta com muitas células nervosas.

A imagem capturada pelos cones e bastonetes da retina é enviada ao cérebro através dele, por impulsos nervosos, sendo assim, essa estrutura é essencial para conseguirmos, de fato, enxergar. Ao longo do nervo óptico passam vasos sanguíneos para levar oxigênio e nutrientes.

Glândula lacrimal

A glândula lacrimal fica localizada na parte interna da pálpebra superior, mais ao lado do globo ocular. É responsável pela produção de lágrimas, que umedecem a superfície ocular, nutrem a córnea e retiram substâncias estranhas que chegam ao olho.

As glândulas lacrimais não trabalham sozinhas, porque para conduzir as lágrimas são necessários os ductos lacrimais. A movimentação das pálpebras (com o piscar) faz a distribuição pela superfície ocular, ou seja, várias partes do olho trabalham juntas para garantir que o globo ocular tenha a umidade necessária.

Pálpebras

As pálpebras são consideradas anexos oculares. São formadas por um tecido músculo-fibroso recoberto por pele, na parte externa e conjuntiva, na parte interna. Sua principal função é a de distribuir as lágrimas pela superfície do olho e “limpar” a córnea.

A movimentação das pálpebras é possível devido aos músculos que ficam na parte superior dos olhos. Eles contraem, retraindo ou estendendo as pálpebras para abrir e fechar o olho. Esse pode ser um ato voluntário ou involuntário, nesse último caso, é uma medida de proteção acionada pelo organismo quando um objeto se aproxima do olho, por exemplo.

Cílios

Os cílios são os pequenos pelos localizados nas bordas externas das pálpebras, formando uma franja protetora do globo ocular. Eles protegem os olhos de sujeiras ou partículas suspensas no ar, fazendo a retenção deles e impedindo que sejam atingidos.

Eles também são chamados pestanas ou celhas e ajudam a complementar significativamente a proteção do olho. Porém, dependendo do tipo de ameaça, não se mostram muito eficazes, sendo que o fechamento das pálpebras tem uma ação mais efetiva.

Humor aquoso

Humor aquoso é um líquido com aspecto transparente e incolor, que contém em sua composição água e eletrólitos. Fica localizado na câmara anterior do globo ocular, entre a córnea e o cristalino, partes do olho já faladas anteriormente.

Sua função é nutrir a córnea e o cristalino, além de contribuir com a regulação da pressão interna do globo ocular, essencial para manter o metabolismo nutricional dos olhos e a boa função ótica.

Pupila

Corresponde à abertura central da íris. Seu diâmetro é regulável e se altera, permitindo que uma maior ou menor quantidade de luz penetre nas porções internas do globo ocular.

Como já deve ter percebido, a visão é complexa e as partes do olho são muito dependentes entre si. Quando doenças oculares se manifestam, há uma alteração das estruturas impedindo o bom funcionamento do conjunto, então a pessoa não consegue enxergar direito ou perde a visão em uma região do olho.

Por isso, garanta que está tudo bem com todas as partes do olho através de visitas regulares ao seu oftalmologista de confiança.

Saiba mais sobre as partes do olho, dê play no nosso vídeo abaixo!

Se você gostou do conteúdo e quer saber mais sobre o olho e suas doenças, conheça o RetinaProdcast. Nos episódios, você ouvirá entrevistas e conversas entre os nossos oftalmologistas e poderá retirar as principais dúvidas sobre a saúde ocular. Ele está disponível no Deezer, no Apple Podcast e no Spotify.

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A nossa visão é um dos sentidos mais importantes e, sem a retina, ela não seria possível. Essa estrutura fica no fundo do globo ocular, onde a imagem de tudo o que vemos é formada.

Provavelmente, você já ouviu falar em algum momento sobre a retina. Mas será que sabe realmente como é o seu funcionamento, qual é a sua importância e quais os cuidados deve ter com ela?

A estrutura do olho humano conta com uma complexidade tão admirável que chegou a inspirar uma das grandes invenções da humanidade: a máquina fotográfica, equipamento que tem forte relação com o fundo do olho.

Ficou interessado para saber mais? Listamos, abaixo, algumas das informações mais relevantes sobre o assunto. Continue a leitura!

O que é a retina? E como funciona?

Para entender o que é a retina e como ela funciona, é preciso compreender mais sobre o sentido da visão. A luz, no interior do olho, é convergida para um tecido nervoso localizado no fundo dele que conta com fotorreceptores.

Esses fotorreceptores são sensíveis à luz e formam as imagens que vemos, mas, de forma menor e de cabeça para baixo. Esse processo ocorre de forma contínua: os raios luminosos entram no olho pela pupila, passam pelo cristalino e seguem em direção ao fundo do olho, onde há a formação de uma imagem.

Por meio de um estímulo nervoso, a imagem é enviada para o cérebro, que faz a correção do seu tamanho e da sua posição, deixando o objeto e todo o cenário do jeito que realmente é.

Todo esse processo que ocorre no interior do olho humano é bem parecido com o de uma câmera fotográfica, que capta a imagem no filme através da incidência da luz pela lente.

O que é a retina?

Agora que você sabe mais sobre o sentido da visão, é mais fácil entender a definição da retina. Essa é a camada mais interna do olho e é composta por 10 camadas celulares. É nela que a informação luminosa se transforma em sinal elétrico para ser interpretado pelo cérebro.

Como já falado, para que se possa ver o que está na sua frente, é necessário transformar a informação luminosa em um estímulo nervoso para que o cérebro possa receber a imagem. As células que transformam os raios luminosos em informação elétrica são chamadas de fotorreceptores.

Dessa forma, a retina é formada pelos fotorreceptores que se dividem em dois tipos: os cones e os bastonetes, cujas principais diferenças funcionais ocorrem no nível de luminosidade com que ambos funcionam.

Em ambientes mais iluminados, apenas os cones funcionam e em ambientes com baixa iluminação, apenas os bastonetes encontram-se em atividade.

Uma vez que o estímulo nervoso é gerado nessas células nervosas, a informação é passada de neurônio em neurônio até chegar à camada de células ganglionares que formam o nervo óptico, estrutura que leva a informação do olho para outras regiões do sistema nervoso.

Quais as camadas da retina?

A retina possui cerca de 126 milhões fotorreceptores, sendo praticamente 120 milhões de bastonetes e 6 milhões de cones, e o nervo óptico tem mais de um milhão de fibras nervosas. Essas células, além de ajudar na formação das cores e formas, também permitem que as informações sejam enviadas ao cérebro com grande rapidez.

Quando falamos sobre a retina no olho humano, podemos separar em regiões. A sua parte central, chamada de mácula, é caracterizada por uma abundante qunatidade de cones e poucos bastonetes. É nessa região em que a imagem formada é percebida com maiores detalhes espaciais e em cores.

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Corte histológico de uma retina humana vista ao microscópio.

Na periferia da retina, há uma maior quantidade de fotorreceptores bastonetes que de cones. A imagem que cai sobre essa região é percebida com pouca resolução e com pouca definição de cores. No entanto, nessa parte da retina, as células são mais sensíveis ao movimento e se percebe com maior facilidade objetos em movimento.

Além dessas duas partes, há uma região da retina que não apresenta fotorreceptores. Este local é chamado de papila óptica e representa a reunião de todas as fibras neuronais do nervo óptico. Neste local, somos totalmente cegos.

Não percebemos a região cega porque a região cega de um olho humano sobrepõe com regiões não cegas do outro olho e o cérebro, ao interpretar os estímulos nervosos de ambos os olhos, junta as imagens.

Mesmo com apenas um olho aberto, é muito difícil de perceber devido o cérebro preencher perceptualmente a falta de informação desta região. Mas, em geral, ao falarmos sobre a retina, detalhamos ela a partir de duas estruturas:

  • nervo óptico: conecta a retina com o cérebro e

  • mácula: a região central, que faz o sentido da visão ter mais detalhes.

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Ilustração representativa de uma retina normal.

Quais doenças podem acometer a retina e como preveni-las?

Da mesma maneira que outras partes de nosso corpo, pode ocorrer algum problema no funcionamento da retina. Entre as principais doenças que acometem essa região do olho humano, podemos destacar:

Dentre os transtornos que afetam a visão, o descolamento de retina talvez seja um dos mais graves.

Em geral, começa no momento em que o humor vítreo (gel consistente que fica no interior do olho) contrai e se separa da retina. Esse problema é associado ao envelhecimento, no entanto, outros fatores podem favorecer o aparecimento, como, por exemplo, traumatismo, predisposição genética, mas também pode ocorrer de forma espontânea.

Como evitar doenças da retina?

Para evitar doenças da retina, recomendamos a realização de exames de rotina, uma vez que eles conseguem reduzir o risco de problemas mais sérios. Os procedimentos podem ser feitos de forma preventiva ou para auxiliar o diagnóstico e iniciar rapidamente o tratamento.

O hábito de fazer exames periodicamente aumenta (e muito!) as chances de recuperação do paciente. Outro cuidado fundamental é o monitoramento e controle de doenças sistêmicas que podem afetar a saúde ocular, como:

  • síndromes autoimunes;

  • diabetes e

  • hipertensão.

É importante frisar que, se não tratadas adequadamente e a tempo, as doenças da retina podem provocar danos irreversíveis e, em alguns casos, até levar à perda visual.

Fique atento aos sintomas de doenças da retina

Além de realizar exames periódicos, também é importante ficar atento aos sintomas que as doenças da retina causam para procurar um oftalmologista o quanto antes ao percebê-los. Entre os principais estão:

  • aparecimento de pontos pretos, conhecidos como moscas volantes;

  • olho sensível à luz;

  • dores ou desconfortos no olho;

  • visão embaçada e

  • problemas para enxergar.

Quais os exames para avaliar a retina?

Há muitas maneiras para realizar a avaliação da retina, dentre as quais podemos destacar:

atenção: colocar o link interno para os demais exames

Para a realização de qualquer um dos procedimentos citados, é necessário que o paciente efetue a dilatação prévia da pupila, o que deve ser feito com a supervisão de um profissional.

O mapeamento de retina, também conhecido como exame de fundo de olho ou fundoscopia, é um método bastante simples, no qual o oftalmologista ou retinólogo avalia toda a extensão dessa estrutura até a periferia. Ele pode ser realizado durante a própria consulta e não provoca dor.

Já a retinografia consiste no registro fotográfico da retina por meio de fotografias digitais, enquanto a angiofluoresceinografia, ou retinografia fluorescente, utiliza um contraste para avaliar a circulação dos vasos do interior do olho.

Dentre todos os exames citados, um dos mais modernos é a tomografia de coerência óptica (OCT). A OCT permite o estudo minucioso e detalhado das camadas da retina. Esta avaliação tem como função principal determinar a saúde dessa região e de suas estruturas, e detectar algumas patologias, como o diabetes.

Agora que você já sabe o que é retina e qual a sua função dentro do sistema ocular, certamente não tem dúvidas sobre a importância de cuidar bem dela!

Cuide da sua retina

A visita periódica ao oftalmologista, bem como a realização de exames, possibilita o diagnóstico preciso de problemas da retina, impedindo maiores consequências à saúde ocular.

Zelar pela saúde dos olhos é um dos hábitos que devemos ter para garantirmos uma boa qualidade de vida e um envelhecimento saudável, sem ter limitações para ler, cozinhar ou fazer qualquer outra atividade diária.

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