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4 coisas para saber antes de marcar sua consulta oftalmológica!

Consulta oftalmológica

Diversas razões podem fazer com que você precise de uma consulta oftalmológica com um oftalmologista diferente do qual você fazia acompanhamento. Por exemplo, se seu oftalmologista mudar para um novo endereço ou deixar de exercer a profissão.

Nesse caso, o que é importante informar na primeira consulta oftalmológica com um novo especialista? Será que é possível retomar o tratamento de onde ele parou, ou será preciso refazer todos os exames? Nesse artigo vamos responder essas e outras perguntas. Continue lendo!

O que é importante para a primeira consulta oftalmológica?

Se você precisar se consultar com um novo especialista, deve considerar alguns fatores para que ele possa se inteirar totalmente do seu caso. para que seu tratamento possa ser continuado sem prejuízos.

O novo oftalmologista precisa receber todas as informações do caso para que possa compreender o que se passa com o novo paciente. Então, é essencial disponibilizar o máximo de dados possível.

Na primeira consulta oftalmológica leve todos os exames que já foram feitos. Em caso de algum diagnóstico de problema ocular é essencial informar isso ao oftalmologista.

Nem sempre será preciso fazer novos exames, a não ser que eles estejam defasados ou se o profissional encontrar algo que deseje avaliar com mais detalhes.

Também é muito importante informar para ele condições orgânicas e problemas de saúde, como doenças infectocontagiosas (como a hepatite), diabetes e hipertensão, por exemplo, que necessitam de atenção especial. Além de informar, se há algum histórico familiar de doenças oculares como glaucoma, catarata e descolamento de retina.

Os pacientes que fazem uso de óculos devem levá-los consigo e também as receitas antigas e medicamentos ou colírios que tenham sido receitados pelo profissional anterior.

Devo optar por uma clínica ou um consultório?

Na mudança de um oftalmologista para outro, ainda há mais uma dúvida que se manifesta: é melhor escolher uma clínica de olhos ou um consultório? E nesse caso, tudo depende do suporte que você espera encontrar nessa nova fase.

A diferença entre o consultório e a clínica é o suporte oferecido por cada um. O consultório é destinado apenas para consultas e exames de rotina, mais simples, pois não há estrutura necessária para procedimentos complexos.

Se eles forem necessários, o profissional encaminhará seu paciente para uma clínica que realize os procedimentos.

E no caso do atendimento na clínica, o paciente já tem esse suporte no mesmo local, não precisando deslocar-se para diversos lugares diferentes. Além de ser mais cômodo, porque tudo se concentra em um lugar, os diagnósticos podem ser mais rápidos também.

A escolha entre um ou outro deverá atender a cada pessoa, mas para aquelas que precisam de acompanhamento constante, ou desejam um atendimento com suporte completo, uma clínica seria a melhor escolha.

É melhor ir sozinho ou acompanhado?

Ainda que você tenha o costume de seguir sozinho para suas consultas, na primeira com o novo oftalmologista é interessante considerar ir acompanhado. Isso porque, o novo profissional poderá realizar exames mais aprofundados que interferem momentaneamente na visão. Um acompanhante garantiria conforto e segurança para voltar para casa.

No entanto, isso não é uma regra. Assim, você também pode se informar antes sobre a necessidade de ir ou não acompanhado nessa primeira vez.

Assim, os fatores importantes para a primeira consulta oftalmológica são: escolher um consultório ou clínica que ofereça todo o suporte que você precisa; e no dia agendado, levar consigo exames, receitas e documentos que reúnam informações para que o novo profissional esteja a par da saúde dos seus olhos.

Cuidar dos olhos é muito importante, por isso, nunca deixe de se consultar com o profissional e mantenha-se informado.

Quando devo ir ao oftalmologista?

Perceber a importância do acompanhamento por um profissional especializado é entender que não se deve esperar por algum sintoma grave para procurar ajuda e orientação. Como em qualquer área da saúde, o diagnóstico precoce é um dos principais benefícios de manter a regularidade das consultas.

Casos como o glaucoma, que é uma doença degenerativa do nervo óptico, podem ser silenciosos até que a cegueira se encontre em um estado irreversível. Logo, os tratamentos são facilitados quando se descobre a tempo algum inconveniente, além da possibilidade de maior sucesso terapêutico.

Por fim, outras dicas preventivas são: proteger-se do sol, com o uso de lentes de qualidade, e manter uma alimentação equilibrada e nutritiva. Sempre que possível, é bom dar atenção aos alimentos que fazem bem à saúde ocular, como peixes, ovos, frutas e verduras.

A consulta oftalmológica em cada fase da vida

Certamente, cada caso é diferente do outro, e algumas pessoas já crescem com a necessidade de um acompanhamento oftalmológico mais próximo e frequente. Mas, de maneira geral, cada etapa da vida requer precauções especiais, como veremos a seguir.

Bebês

A atenção deve começar ainda na gravidez, com o pré-natal e todos os exames requisitados pelo ginecologista. Ao nascer, a visão do bebê vai se desenvolvendo aos poucos, e o teste do olhinho é fundamental para detectar possíveis doenças, como catarata, retinoblastoma (um tipo de câncer ocular, que afeta a retina) e outros.

Depois do nascimento, pelo menos aos seis meses da criança e, um pouco mais tarde, quando ela já tiver um ou dois anos de idade, é recomendável levá-la a uma consulta para fazer uma revisão oftalmológica. Situações como a obstrução do canal lacrimal ou o estrabismo podem ser comuns e precisam de tratamento.

Crianças

Com aproximadamente 5 anos, a visão da criança está madura, e as atividades do dia a dia dos pequenos requerem o mais perfeito estado desse sentido. Nessa época, principalmente com o início do período escolar, é importante estar atento a qualquer sintoma incomum.

Algumas crianças possuem dificuldade em enxergar, mas não conseguem expressar o seu problema ocular. Por isso, sofrem com diversos problemas, como dificuldade de aprendizado, falta de interesse na leitura e dores de cabeça. Além disso, é comum franzirem a testa para ver de longe ou chegarem muito perto para observar alguma coisa.

Portanto, as consultas oftalmológicas são essenciais para um diagnóstico preciso, que consiga detectar sinais de miopia, astigmatismo e hipermetropia. Outra possibilidade é a ambliopia, quando um dos olhos não enxerga direito. Nesse caso, se não houver correção, o cérebro passa a ignorar a vista fraca — o que leva a um déficit permanente da visão do olho afetado.

Adolescentes e adultos

A necessidade de óculos ou lentes de contato para a correção da visão costuma ser ainda mais frequente nessas fases. As cirurgias refrativas também podem ser uma opção, quando o caso permite que o problema seja sanado por meio dos procedimentos com laser.

Mas outros casos, como vista cansada, coceira nos olhos e lacrimejamento, também podem ser habituais. Por isso, frequentar o consultório oftalmológico pelo menos uma vez por ano é o ideal.

Idosos

Quem cuidou da saúde — inclusive da ocular — por toda a vida, provavelmente envelhece com mais tranquilidade e tem menos chances de desenvolver problemas sérios na terceira idade.

Mesmo assim, fatores como a catarata e a DMRI (degeneração macular relacionada à idade) podem surgir e reforçar a necessidade de acompanhamento médico anual, sem contar os ajustes regulares para quem já usa óculos

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Dr. Alexandre Rosa

Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Pará (UFPA/1996) e doutorado em Oftalmologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP/2005). Especialista em doenças da retina e vítreo pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

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