Quais são as camadas da retina?Ilustração indicando a retina, camadas da retina

A composição em camadas da retina é um dos aspectos que sublinha a delicada anatomia do olho humano, sendo que cada parte, segmento e estrutura desempenham um papel crucial no processamento da visão.

Especificamente para a retina, existe um equilíbrio orgânico desde a função de células fotorreceptoras até o envio de informação sináptica ao nervo óptico. Quando há interferências neste processo, a percepção visual pode ser prejudicada.

Neste artigo exclusivo, a RetinaPro explica quais são as camadas da retina, as células que compõem cada segmento, sua função e qual a importância de sempre estar atento a qualquer variação na sua visão.

Continue no artigo e tenha uma ótima leitura!

O que é a retina

A anatomia do olho humano é complexa, subdividida em diversas regiões e estruturas responsáveis pelo funcionamento ideal da visão. Imaginando um corte lateral, como se estivesse observando uma pessoa de perfil, o olho humano é composto por:

Neste conjunto delicado, a retina é responsável, por meio de uma rede complexa de células especializadas, pelo processamento da luz visível (ondas eletromagnéticas) em impulsos sinápticos interpretáveis pelo cérebro e, desse modo, formando a percepção da visão.

Por este aspecto, a retina apresenta camadas de células diferentes, cada qual desempenhando um papel no processamento da visão e envio de informação sináptica.

Composição da retina

Confira a seguir a composição anatômica e saiba quais são as camadas da retina, quais as suas regiões e tipos celulares.

10 camadas da retina

A retina é composta por 10 camadas, cada qual, apresentando tipos celulares diversos: ganglionares, neurônios, células bipolares, horizontais e amácrinas. Cada qual desempenha um papel na conversão da luz visível em sinais para processamento da visão.

As camadas da retina são:

 A luz visível atravessa o humor vítreo, atingindo primeiramente a camada de células ganglionares. Desse modo, a luz estabelece um percurso até as interações neurais e sinápticas da camada de segmentos fotorreceptores.

Por fim, o epitélio pigmentar, porção mais externa da retina (mais próxima ao interior da cabeça) é responsável por absorver qualquer a luz que atravessa a retina, evitando, assim, a formação de imagens borradas.  

Células da retina

O conjunto de células presentes nas camadas da retina são: células ganglionares, neurônios, células bipolares, horizontais, amácrinas e fotorreceptores (cones e bastonetes).

Os fotorreceptores são responsáveis pela conversão da informação eletromagnética, a luz visível, em sinais neurais. A retina humana apresenta milhões de fotorreceptores, entre cones e bastonetes, que em seus segmentos externos possuem fotopigmentos sensíveis à luz.

Os estímulos elétricos e informações neurais, portanto, são transmitidos por uma complexa rede de células que interconectam os fotorreceptores às células ganglionares, possibilitando a conversão adequada da luz de informação eletromagnética em estímulo interpretável pelo cérebro.

Já as células ganglionares desempenham o papel de processamento das informações sinápticas transmitidas pelas células bipolares e amácrinas, de modo que a informação seja propriamente conduzida pelo nervo óptico até o cérebro.

Regiões da retina

 

Representação gráfica da anatomia do olho humano, camadas da retina

Considerando um ponto de vista perpendicular à retina, podemos dividir suas regiões em nasal (mais próxima ao nariz) e temporal (mais próxima ao ouvido). Isto é, imagine que esteja observando o fundo do olho de uma pessoa encarando-a de frente.

Tanto no lado próximo ao nariz, quanto no lado próximo ao ouvido, existem regiões também específicas.

Mais próximo ao nariz encontra-se a Papila óptica, uma região concentrada de vasos retinianos e por onde o nervo óptico atravessa a retina. Por este aspecto, esta região não apresenta fotorreceptores, representando um “ponto cego” na visão humana.

Na região mais central encontra-se a Mácula lútea, uma região com forte presença de fotorreceptores e relacionada à visão central.

Já mais próximo ao ouvido, está a Fóvea, um ponto escuro com depressão de aproximadamente 2mm adotado como medida anatômica para o centro da retina.

Importância de exames para a retina

Como vimos, o processamento da visão no olho humano depende de um conjunto de processos conduzidos por estruturas de células especializadas presentes nas camadas da retina e em outras regiões anatômicas.

Qualquer interferência, por exemplo, por fatores congênitos, adquiridos ou por trauma, pode prejudicar a visão humana.

Doenças relacionadas à hipervascularização da retina, com o surgimento de novos vasos (angiogênese), podem prejudicar a acuidade visual e, inclusive, impactar de forma permanente o processamento ideal da visão.

Outras doenças relacionadas à mácula também possuem a capacidade de prejudicar a visão.

Neste aspecto, realizar exames regulares, com acompanhamento próximo de oftalmologistas é essencial. Desde a detecção de sinais preocupantes até o diagnóstico de possíveis doenças oculares.

Principais tratamentos e cuidados com a retina

A oftalmologia é uma especialidade médica dedicada ao diagnóstico e tratamento de doenças oculares e que, a partir da avaliação atenta e próxima, possibilita que médicos especialistas apresentem planos de tratamento personalizados para cada caso identificado.

Desse modo, a partir da avaliação médica (por meio de equipamentos, procedimentos ou exames), a saúde ocular é compreendida, indicando-se a necessidade de possível tratamento dado um caso diagnosticado.

Por este aspecto, um dos principais cuidados com a retina pode ser resumido no acompanhamento regular com oftalmologistas, relatando práticas, hábitos, comportamentos ou histórico que sinalizam, ao médico ou médica responsável, possíveis alertas sobre a saúde da retina.

A RetinaPro é a primeira clínica especializada em retina na região norte, contando com um corpo clínico altamente qualificado, equipamentos e infraestrutura moderna no atendimento personalizado de seus pacientes.

Entre em contato com nosso time de atendimento e agende uma consulta especializada com Retinólogo!

 

Fachada RetinaPro, camadas da retina

Conclusão

Neste artigo exclusivo da RetinaPro você aprendeu sobre as camadas da retina, suas estruturas de células, funções no processamento da visão, regiões e a importância da realização de exames regulares.

Em sua estrutura anatômica, existem 10 camadas da retina, sendo cada qual composta por células especializadas e responsáveis pela conversão e processamento da luz visível em informação sináptica interpretável pelo cérebro humano.

Tendo em vista sua delicada operação, interferências de natureza congênita, adquirida ou por trauma podem, diretamente, prejudicar a saúde ocular e o processamento ideal da visão.

Caso esteja apresentando queixas relacionadas a sua visão, acuidade visão ou quaisquer outros sintomas, entre em contato com a RetinaPro e agende uma consulta especializada com Retinólogo!

O que é bolha d’água no olho?Paciente com quemose ou bolha d'água no olho

O surgimento de uma bolha d’água no olho pode estar associado à quemose, uma doença ocular caracterizada pelo inchaço da conjuntiva, um tecido que reveste a parte interna das pálpebras e a parte branca dos olhos.

Como sintoma, a presença de uma bolha d’água no olho pode, também, estar associada a outros quadros. Por este aspecto, a consulta com um oftalmologista é crucial para que o diagnóstico seja estabelecido e indicado o melhor tratamento.

Neste artigo exclusivo a RetinaPro explica as prováveis causas, sintomas e doenças relacionadas ao surgimento deste inchaço, indicando quais as ações devem ser tomadas de modo que o tratamento ideal seja realizado.

Continue no artigo e tenha uma ótima leitura!

O que pode ser uma bolha d’água no olho?

Em determinadas doenças oculares pode ocorrer o inchaço da conjuntiva, um tecido que reveste a parte branca do olho e a superfície interna das pálpebras, causando o surgimento de uma bolha d’água no olho.

Um destes quadros de doença é a quemose, um termo médico que descreve o inchaço da conjuntiva. Esse edema ocorre pelo acúmulo de fluido e pode ser desencadeado por diversas condições patológicas, incluindo infecções, alergias, lesões oculares ou reações a medicamentos.

A quemose pode ser acompanhada por vermelhidão e uma sensação de desconforto ou irritação ocular, podendo também prejudicar a visão caso o inchaço seja significativo. Nestes cenários, é crucial procurar um oftalmologista.

Além da quemose e a presença de uma bolha d’água no olho, outras doenças podem estar associadas a infecções oculares, como Terço, Cisto de Moll, Cisto dermoide e Calázio. Confira a seguir as características de cada um.

Terçol

terçol é uma infecção bacteriana que acomete as glândulas presentes nas bordas das pálpebras.

Sua manifestação se dá pelo surgimento de um nódulo doloroso e vermelho, semelhante a uma espinha. Pode ser externo, afetando as glândulas ao redor dos folículos dos cílios, ou interno.

O tratamento geralmente envolve compressas quentes, higiene palpebral e, em casos persistentes ou severos, pode incluir antibióticos tópicos ou orais. A maior parte dos casos se resolve sem complicações em algumas semanas.

Cisto de Moll

O cisto de Moll, também conhecido como hidrocistoma, é uma lesão benigna que surge a partir das glândulas sudoríparas apócrinas presentes nas pálpebras.

Apresenta-se como um pequeno cisto translúcido de coloração azulada ou clara, geralmente indolor, mas visualmente perceptível.

Embora muitos cistos de Moll não demandam a intervenção médica, o tratamento para casos incômodos ou persistentes pode envolver a remoção cirúrgica ou a cauterização para evitar recorrências.

Cisto dermoide

O cisto dermoide é um tumor benigno caracterizado pelo crescimento de um saco revestido por uma epiderme completa, contendo elementos de pele, como cabelo e sebo.

Pode ser congênito e é frequentemente encontrado acima ou abaixo do olho. Apesar de crescer lentamente, o cisto dermoide pode exercer pressão sobre as estruturas oculares.

O tratamento consiste na remoção cirúrgica, que é realizada para prevenir complicações como deformidades ou infecções, além de fins estéticos, e para garantir o diagnóstico preciso por meio de exame laboratorial.

Calázio

O calázio é uma lesão palpebral resultante da obstrução e inflamação de uma glândula meibomiana, levando ao acúmulo de secreções e formação de um nódulo granulomatoso.

Diferente do terçol, o calázio é menos doloroso e possui uma evolução mais crônica.

Apresenta-se como um inchado gradual na pálpebra, podendo causar irritação e pressão sobre o globo ocular. Casos persistentes ou muito grandes podem necessitar de procedimento cirúrgico para remoção do calázio

Oftalmologista explica o surgimento de bolha d'água no olho em modelo anatômico

Quais são os sintomas de uma bolha d’água no olho

Entre os sintomas mais comuns da quemose e do surgimento de uma bolha d’água no olho estão:

Vale ressaltar que o diagnóstico e avaliação correta é uma prerrogativa médica, devendo ser realizada somente por profissional devidamente habilitado, com CRM e RQE em Oftalmologia.

Como prevenir a formação de bolha d’água

A prevenção da quemose e surgimento de uma bolha d’água no olho parte de hábitos simples de higiene pessoal como lavar as mãos e evitar manipular os olhos constantemente, o que pode causar o contato de microrganismos com o olho.

Do mesmo modo, o uso de lentes de contato deve ser realizado de maneira correta e adequada, adotando sempre as recomendações médicas relacionadas à conservação e limpeza das lentes.

Outras práticas relacionadas aos cuidados pessoais são válidas, por exemplo, cessar o uso de cosméticos que causem reações alérgicas ou que você apresente sensibilidade.

Como mencionado anteriormente, para o devido diagnóstico e compreensão das causas da quemose, é necessário realizar uma consulta com o oftalmologista.

Tratamentos para a bolha d’água no olho

A partir de uma avaliação detalhada e definição de diagnóstico, um médico ou médica oftalmologista apresenta as melhores linhas e programas de tratamento, com base na literatura médica e na experiência profissional.

Algumas das opções são:

O que fazer quando aparece uma bolha no olho?

Ao notar o surgimento de uma bolha d’água no olho o recomendado é procurar um oftalmologista. Assim, o devido diagnóstico será apresentado, junto de um plano de tratamento adequado para o caso identificado

Quando procurar um oftalmologista?

A procura por um oftalmologista deve ocorrer sempre que sintomas forem detectados, levando a queixas relacionadas à saúde ocular.

Estes médicos são especialistas em diagnóstico e tratamento destas doenças, elaborando programas de tratamento eficientes para o melhoramento do quadro de saúde identificado.

Em casos de sintomas relacionados à vermelhidão, inchaço, ardor, coceira, bolha d’água no olho ou outros quadros, é necessário passar por uma avaliação detalhada de um oftalmologista, de modo que os sintomas sejam compreendidos e um diagnóstico seja formulado.

Vale lembrar que quanto antes uma doença ocular for detectada, melhor será a resposta do organismo para a recuperação e melhoria no quadro de saúde. Por isso, ao menor sinal, agende uma consulta com o oftalmologista.

A RetinaPro conta com um corpo clínico altamente qualificado e dedicado ao atendimento humano, com escuta ativa e atendimento personalizado, de modo a propor os melhores planos de tratamento, caso a caso.

Entre em contato com nosso time de atendimento e agende uma consulta especializada com retinólogo!

Infraestrutura da RetinaPro para atendimente de queixa de bolha d'água no olho

Conclusão

Neste artigo exclusivo você aprendeu com a RetinaPro sobre a quemose, uma doença ocular caracterizada pelo surgimento de uma bolha d’água no olho e decorrente de um processo inflamatório.

Como vimos, a quemose atinge o tecido da conjuntiva, que reveste a parte branca do olho e a parte interna das pálpebras, causando o inchaço da região e possibilitando o surgimento de uma bolha d’água no olho.

O devido diagnóstico e indicação de tratamento deve ser realizado por um oftalmologista, que minuciosamente avalia os sintomas associados e apresenta a terapêutica recomendada, podendo contar com o uso de colírios e outros medicamentos.

A RetinaPro é especialista no diagnóstico e tratamento de doenças oculares, contando com um corpo clínico altamente qualificado e investindo constantes em infraestrutura e pessoal, de modo a atender de maneira personalizada e atenta cada um de seus pacientes.

Entre em contato com a RetinaPro e agende uma consulta com oftalmologista!

Qual a relação entre a cor dos olhos e doenças oculares?Foto próxima de mulher com foco na cor dos olhos

A cor dos olhos difere de pessoa para pessoa em virtude da quantidade de um pigmento chamado melanina, que fica na da íris (estrutura situada logo após a córnea e que tem uma abertura central, a pupila).

A definição dessa característica é poligênica, isto é, depende da variação de cerca de 150 genes envolvidos na produção, deslocamento e retenção da melanina. Isso explica, em grande parte, o porquê de os filhos nem sempre herdarem a mesma cor dos olhos de seus pais.

Para que você possa compreender como a genética funciona e interfere na definição da cor dos olhos e, sobretudo, aprender a cuidar da sua saúde ocular, elaboramos este post respondendo às principais dúvidas sobre o assunto.

Ficou interessado? Então, continue a leitura!

Por que temos diferentes cor dos olhos?

A coloração dos olhos de um indivíduo está relacionada, diretamente, à carga genética herdada de seus pais. Basicamente, sendo associada a quantidade e manifestação da melanina no olho humano.  

Olhos de coloração mais escura, como castanho, apresentam uma quantidade maior de melanina na íris. Já olhos claros, como o azul, são o resultado de concentrações baixas deste pigmento produzido pelas células do organismo humano.

Dessa forma, a determinação da coloração leva em conta três fatores: a parcela de melanina alocada no epitélio (parte de frente) e no estroma (parte interna) da íris, bem como a sua densidade.

Levando isso em consideração, temos que pessoas com olhos azuis apresentam melanina em regiões mais profundas da íris, enquanto as de olhos castanhos acumulam o pigmento na região mais superficial.

Estima-se que mais de 150 genes atuam de maneira direta na definição da coloração dos olhos, ou seja, a cor dos olhos é um traço poligênico.

Por exemplo, caso os pais apresentem genes recessivos, a criança tende a apresentar olhos de coloração mais clara. Já por outro lado, caso os genes sejam dominantes, a tendência é que a criança apresente olhos de coloração escura, como castanho ou preto.

No entanto, ainda que a combinação do material genético de pai e mãe seja importante para a definição da cor dos olhos dos filhos, esse aspecto pode não ser assim tão decisivo quanto parece, pois, como foi dito, muitos genes participam do processo.

Assim, é possível, por exemplo, que o gene combinado dos pais seja dominante (olhos castanhos), mas a melanina, por influência de outros genes, não se deposite de forma suficiente na íris, gerando um filho de olhos azuis.

Qual a relação da cor dos olhos e problemas oculares?

Indivíduos de olhos claros tendem a apresentar maior fotossensibilidade (sensibilidade à luz). Soma-se a isso o fato de que são mais propensos a adquirir algumas doenças, tais como a degeneração macular.

Isso acontece porque a melanina funciona como uma espécie de cortina para os nossos olhos, ou seja, quanto maior a pigmentação, maior a proteção contra luz e raios solares. Além do desconforto ocular gerado pela entrada de luz, as pessoas de olhos claros, ao tentarem equilibrar a luminosidade, também acabam contraindo mais a pupila e piscando menos, o que aumenta as chances de ressecamento da região.

Por essas razões, aqueles que têm olhos claros devem redobrar os cuidados a fim de manter a sua saúde ocular em dia. Uma dica de ouro é investir em óculos escuros (de sol) de boa qualidade, pois esses vão aumentar a proteção contra radiações solares e diminuir a entrada de luz.

Vale ressaltar que, como aspecto fenotípico, a coloração dos olhos pode ser avaliada em contexto com a herança genética do indivíduo e, desse modo, sinalizar ao potencial desenvolvimento de doenças associadas à manifestação de genes.

Mulher, cor dos olhos, foto em close

Quais as doenças mais comuns para cada tipo de cor de olhos?

A coloração dos olhos de um indivíduo, como vimos, está associada à manifestação e distribuição da melanina pela íris.

Por questões ambientais, por exemplo, a maior sensibilidade à exposição da luz em pessoas de olho e pele clara, é possível que doenças oculares apresentam maior incidência populacional.

No entanto, é necessário ressaltar que o organismo humano é um complexo sistema e que fatores genéticos podem aumentar ou diminuir as chances de desenvolvimento de uma ou outra doença.

O desenvolvimento de certas doenças oculares, portanto, podem estar associadas a aspectos ambientais e genéticos. Por exemplo, quando um indivíduo apresenta diabetes e mantém hábitos alimentares não recomendados, é possível que apresenta maior tendência à manifestação de retinopatia diabética.

Confira a seguir uma lista de doenças oculares que podem estar associadas aos hábitos e à carga genética do indivíduo.

A importância de procurar um oftalmologista

De acordo com o Ministério da Saúde, em seu 1° Fórum Nacional de Saúde Ocular, é comum que a procura por um oftalmologista ocorra a partir dos 40 anos. Momento no qual surgem os primeiros sinais de dificuldade de leitura ou trabalho.

Este aspecto, no entanto, denota um atraso significativo na possibilidade de identificação precoce e tratamento de doenças oculares.

Para tanto, é necessário que consultas regulares e periódicas sejam realizadas, de modo que médicos oftalmologistas sejam capazes de identificar, diagnosticar e propor tratamentos logo nas primeiras manifestações de sintomas associados a doenças oculares.

Uma das estratégias mais assertivas à uma boa saúde, ocular e geral, é o diagnóstico e tratamento precoce, associadas a práticas saudáveis de vida. Por isso, é crucial o acompanhamento médico regular.

Consulta com oftalmologista, cor dos olhos

Conclusão

Neste artigo exclusivo da RetinaPro você aprendeu sobre a relação entre a cor dos olhos de um indivíduo e o potencial desenvolvimento de doenças oculares.

Como vimos, a coloração dos olhos está associada à herança genética adquirida dos pais, especificamente na manifestação e distribuição da melanina na íris. Este aspecto fenotípico, pode, contudo, indicar aspectos relacionados aos genes de um indivíduo.

Dependendo da carga genética de uma pessoa, pode ocorrer uma maior tendência ao desenvolvimento de doenças. Isto devido ao comportamento sistêmico que os genes apresentam no organismo humano, sendo responsáveis em guiar atividades orgânicas diversas.

Por este aspecto, a consulta regular e periódica com oftalmologistas é essencial, de modo que, ao menor sinal, doenças oculares sejam precocemente diagnosticadas, aumentando as chances de tratamento eficaz.

A RetinaPro conta com um corpo clínico altamente qualificado, investindo diariamente no atendimento e cuidado de seus pacientes. Entre em contato com nosso time de atendimento e agende uma consulta!

Acordar com os olhos grudados de remela: o que pode ser?Acordar com os olhos grudados de remela

Acordar com os olhos grudados de remela pode ser indicativo de manifestação de alguma doença ocular. Por exemplo, conjuntivite, blefarite, entre outras.

No entanto, o acúmulo de remelas também pode estar associado ao funcionamento convencional do organismo humano. Por isso, é fundamental realizar uma consulta com um oftalmologista.

Neste artigo exclusivo, a RetinaPro explica o que é a remela, o que significa acordar com os olhos com essa secreção e o que fazer quando há um quadro de acúmulo excessivo.

Continue no artigo e tenha uma excelente leitura!

O que é a remela?

A remela é um termo popular para designar o acúmulo de líquido lacrimal, convencionalmente formado durante à noite enquanto dormimos. Ou seja, a remela é de certo modo um resíduo acumulado.

As lágrimas são essenciais para a saúde do olho e são constantemente produzidas de modo a mantê-lo lubrificado e protegido contra eventuais partículas que possam agredir a delicada anatomia do olho.

Basicamente, as lágrimas são compostas por três componentes:

Esses componentes são essenciais e lubrificam os olhos. No entanto, quando piscamos, são espalhados e posteriormente acumulados ao canto.

Quando dormimos, nossas glândulas responsáveis pela produção de lágrimas diminuem a concentração da parte líquida e mantêm os componentes de muco e gorduras. Assim, as remelas são formadas.  

No entanto, acordar com os olhos grudados de remela pode ser tanto um sinal saudável quanto, ao contrário, um sintoma de provável infecção ou doença ocular.

O que significa acordar com os olhos com remela?

Acordar com os olhos grudados de remela pode ser um indicativo de funcionamento saudável das glândulas responsáveis pela produção de lágrimas ou, em sentido oposto, um sinal que deve ser observado com cuidado.

Confira a seguir as causas mais simples e aquelas mais sérias que indicam a necessidade consulta com um oftalmologista.

Causas mais simples

Em alguns casos, de menor preocupação médica, a produção excessiva de lágrimas pode estar associada ao próprio funcionamento do organismo humano.

Causas mais sérias

No entanto, acordar com os olhos grudados de remela também pode ser o sinal de uma infecção por vírus ou bactéria em progresso ou, ainda, de uma reação alérgica preocupante.

Para tanto, é necessário saber identificar quando a remela é preocupante.

Em alguns casos, a produção excessiva de remela pode estar associada a doenças oculares como:

Acordar com os olhos grudados de remela causas

Como prevenir a remela nos olhos?

Como vimos, a produção de remelas está associada a um comportamento natural e saudável do organismo humano. Especificamente, a lubrificação e saúde ocular.

Neste sentido, a prevenção contra as remessas não é necessária. O que, de fato, deve-se atentar são os quadros de acúmulo excessivo e preocupantes desta secreção.

Nestes momentos a melhor estratégia é a consulta com um oftalmologista que avaliará o quadro de saúde, diagnosticando e sugerindo o melhor tratamento para cada caso.

O que fazer quando acordar com os olhos grudados de remela?

Ao acordar com os olhos grudados de remela alguns comportamentos podem auxiliar a saúde dos olhos. Neste momento não há um diagnóstico efetivo realizado por um médico ou médica e, portanto, deve-se evitar cenários que provoquem a piora do quadro.

Por isso, mesmo se o caso for simples, como o acúmulo decorrente do sono, siga as seguintes recomendações:

Vale ressaltar que, em hipótese alguma, a automedicação é recomendada. Sempre procure auxílio médico para o efetivo diagnóstico e tratamento adequado.

Remela que não passa! O que fazer?

Em casos nos quais a produção excessiva de remela perdura ou demonstra-se preocupante (por exemplo, associada à vermelhidão nos olhos), procure imediatamente um médico ou médica oftalmologista para consulta.

No contato em consulta, o médico ou médica responsável saberá avaliar em detalhe cada sintoma, eliminando hipóteses e definindo um diagnóstico assertivo para cada caso avaliado.

Por isso, procure um oftalmologista e realize a consulta médica. O diagnóstico e tratamento precoce são essenciais para um processo de melhora rápida do quadro de saúde.

Faça sua consulta na RetinaPro

A RetinaPro investe constantemente na qualidade de atendimento, equipamento e equipe médica com histórico de sucesso e qualificação exemplar, de modo a tratar cada paciente de modo personalizado e com escuta ativa.

Por isso, nosso corpo clínico é comprometido com o cuidado e a qualidade de vida de todos os pacientes, proporcionando tratamento de ponta, com um compromisso de ouvir cuidadosamente cada caso.

Agende a sua consulta e se livre de uma vez desse incômodo!

Sala de espera da RetinaPro, acordar com os olhos grudados de remela

Conclusão

Neste artigo exclusivo da RetinaPro você aprendeu sobre o acúmulo excessivo de remela e qual a sua relação com prováveis doenças.

Como vimos ao longo do artigo, as remelas são o resultado natural da produção de lágrimas, sendo comum sua formação durante o sono. Neste momento, reduzimos o número de piscas e a composição das lágrimas produzidas também é alterada.

No entanto, em alguns casos, acordar com os olhos grudados de remela pode ser o indicativo de alguma doença ocular. Por exemplo, blefarite, conjuntivite ou outro quadro que provoca o aumento na produção das remelas.

Por isso, é essencial realizar uma consulta com o oftalmologista quanto antes, de modo a iniciar o tratamento adequado.

Caso esteja vivenciando este sintoma, ou conheça alguém com este quadro de saúde, entre em contato com a RetinaPro e agende uma consulta!

Quer saber mais sobre saúde ocular? Continue no nosso blog e confira as recomendações médicas.

Retinólogo: saiba o que faz, quando consultar e onde encontrarPaciente em consulta com retinólogo

Você sabe o que faz e quando consultar um retinólogo?

Consultas oftalmológicas de rotina são fundamentais para a saúde ocular.  Porém, a avaliação de rotina pode não ser suficiente em alguns casos, pois há doenças que podem se manifestar de maneira silenciosa, necessitando de uma avaliação especializada.

É nesse contexto que o retinólogo, profissional especializado na avaliação da retina e seus componentes, é essencial, pois ele é capacitado para fazer uma avaliação completa e detalhada desta parte do olho, que é extremamente importante para a visão.

Neste artigo exclusivo você vai aprender sobre o papel do retinólogo e sua importância no diagnóstico e tratamento de doenças relacionadas à retina. Do mesmo modo, a RetinaPro explica sobre doenças que afetam a retina e como proceder ao tratamento ideal.

Continue no artigo e tenha uma excelente leitura!

Compreendendo a importância de encontrar o melhor retinólogo

A oftalmologia é uma especialidade médica dedicada ao diagnóstico e tratamento de doenças oculares, considerando aspectos anatômicos, fisiológicos, genéticos, patológicos, assim como aspectos relacionados à óptica e refração.

O retinólogo, portanto, é um oftalmologista que se dedica à compreensão da detalhada da retina, diagnosticando e tratando doenças específicas que acometem esta parte do olho.

Vale lembrar que o olho humano apresenta uma delicada anatomia, sendo composto, por exemplo, por partes como cristalino, esclera, coróide, retina e vítreo. Cada qual desempenha uma função específica no processamento da visão.

A retina, especificamente, realiza duas importantes tarefas: a fototransdução e o processamento visual. Por isso, doenças que acometem esta parte do olho demandam a intervenção especial de um retinólogo.

Ao apresentar qualquer queixa relacionada à saúde do olho, especificamente relacionadas à retina, o paciente deve se dirigir à uma consulta com oftalmologista retinólogo, que avaliará as condições, identificando sinais prováveis de doenças e sugerindo o melhor plano de tratamento.

O que faz um especialista em retina?

Como sabemos, a Medicina organiza-se em várias especialidades, cada qual destinada à compreensão, diagnóstico e tratamento de doenças, tendo em vista tanto a anatomia humana quanto às doenças associadas a locais específicos.

Especificamente, as doenças oculares são tratadas por oftalmologistas e, destes, os retinólogos se especializam, academicamente e de maneira aprofundada, no funcionamento da retina.

Por isso, adotam métodos e técnicas específicas, como os exames de mapeamento de retina, como recursos para o diagnóstico preciso e correto das doenças que atacam a retina, sugerindo o melhor tratamento possível.

Exame durante consulta com reintólogo

O que é uma retinografia do olho?

A retinografia é um exame de imagem que permite o registro da retina, sendo possível ao médico identificar possíveis riscos à acuidade visual decorrentes de alguma doença na retina.

Por exemplo, a retinografia pode ser solicitada para diagnóstico em suspeita de retinopatia diabética. Além deste exame, outros podem ser realizados, como:

O que é o mapeamento de retina?

Já o mapeamento de retina é um exame realizado pelo oftalmologista, por meio de um equipamento médico específico chamado oftalmoscópio.

Este equipamento lança uma luz direcionada, iluminando o fundo do olho e, desse modo, permite que o oftalmologista visualize aspectos como vasos sanguíneos, alterações na anatomia do olho ou nervos.

Aproveite para assistir nosso conteúdo exclusivo sobre mapeamento de retina e entenda a importância desse exame!

Quando procurar um retinólogo?

Alguns sintomas relacionados à visão devem ser encarados como sinais para uma consulta imediata com um retinólogo. Por exemplo:

Caso esteja vivenciando estes sintomas e outros sintomas relacionados à visão, agende uma consulta especializada!

Infraestrutura e equipamentos da RetinaPro, retinólogo

Doenças que afetam a retina

Algumas doenças podem afetar a retina, mesmo não estando associadas diretamente aos olhos. Por exemplo, a diabetes ou a hipertensão que afetam o funcionamento ideal da retina.

A seguir vamos discutir três das principais doenças que afetam a retina e que podem ser prontamente controladas a partir da avaliação e definição de tratamento por um retinólogo.

Especificamente:

Diabete

Visitar o retinólogo com frequência é uma medida indispensável para pacientes que têm diabetes. Tanto nos portadores de diabetes tipo 1 quanto nos portadores de diabetes tipo 2 é muito comum o surgimento de alterações da retina, como o edema macular diabético e a retinopatia diabética.

Nos casos em que o paciente desenvolve a retinopatia diabética, o nível elevado de glicose no sangue acaba provocando pequenas lesões nos capilares sanguíneos (microvasos) que nutrem a retina. Com o passar do tempo, alguns desses vasos se rompem, provocando hemorragias podendo causar descolamento da retina e, em casos mais avançados, até a perda de visão.

No caso do edema macular diabético, consequência da retinopatia, acontece um inchaço da retina na região central (mácula). O paciente tem perda de qualidade da visão central e esse processo pode levar à perda da capacidade de leitura.

Para prevenir essas duas complicações do diabetes, basta seguir algumas regras básicas: procure ter hábitos de vida saudáveis, com uma alimentação harmoniosa, sempre praticando exercícios físicos e fazendo regularmente o acompanhamento médico de rotina. Deixe de lado o cigarro e não se esqueça de consultar seu oftalmologista e tomar a medicação indicada corretamente.

Quando descobrimos a retinopatia precocemente, ela pode ser controlada por meio de aplicações de laser nos vasinhos (microvasos) que estão comprometidos ou com uso da injeção intraocular de medicações. Nos casos mais sérios, em que ocorre hemorragia ou descolamento de retina, a realização de uma cirurgia (chamada vitrectomia) pode ser considerada.

Hipertensão

Assim como no diabetes, a hipertensão arterial também pode prejudicar os pequenos vasos que irrigam a retina. As artérias tornam-se mais enrijecidas e ocorre a diminuição da luz dos vasos, reduzindo a quantidade de sangue que chega ao local.

A retina é um tecido que necessita de altas quantidades de oxigênio para sua manutenção, e, portanto, sofre com a diminuição do aporte. Com o tempo, isso vai provocando a morte celular, o que pode causar a perda de visão. Além disso, a diminuição do calibre dos vasos pode trazer a trombose venosa da retina, gerando uma perda súbita de visão.

Nesses casos, o melhor tratamento é a prevenção. Faça o controle correto da pressão arterial e consulte com frequência seu médico. Em alguns casos sobretudo de trombose também pode ser usada a fotocoagulação com laser de argônio ou a injeção intraocular de medicações.

Degeneração macular relacionada à idade (DMRI)

A mácula é a parte central da retina, responsável pela percepção de cores, visão detalhada e de leitura próxima. Se essa área se degenera o paciente terá dificuldade de enxergar de perto e com detalhes, também poderá notar o aparecimento de manchas escuras em sua visão central.

Normalmente, essa alteração ocorre após os 60 anos, sendo uma causa comum de cegueira em idosos. Ela pode ser dividida em dois tipos: seca e úmida. A doença seca é mais difícil de ser tratada, necessitando de acompanhamento contínuo do médico ou médica responsável e mudança de hábitos.

Já a degeneração mácula úmida possui tratamentos eficientes disponíveis, como a aplicação de injeções com medicação dentro do vítreo. No entanto, é comum que a doença retorne e, nesse caso, é fundamental ter o acompanhamento do médico para o sucesso do tratamento.

Consultório de retinólogo, RetinaPro

Como encontrar o melhor retinólogo?

Ao escolher o melhor oftalmologista especialista em retina é necessário avaliar aspectos diversos que abarcam, por exemplo, desde a formação acadêmica e expertise profissional até os resultados e satisfação dos pacientes.

Por isso, considere sempre:

A partir da avaliação cuidadosa e atenta destes critérios, comparando-os, é possível determinar qual o melhor retinólogo.

Além da especialização e aprimoramento teórico e acadêmico contínuo, um oftalmologista especialista em retina também conta com o reconhecimento de seus pacientes pelos resultados alcançados, assim como pela comunidade médica.

Aproveite e conheça o corpo clínico da RetinaPro!

Agende uma consulta com o retinólogo da RetinaPro

A RetinaPro oferece um atendimento exclusivo, contando com retinólogos e corpo clínico altamente qualificado, equipamentos e infraestrutura moderna.

Somos especialistas em retina, atendendo às necessidades individuais de cada paciente de maneira atenta e acolhedora, de modo que o melhor tratamento seja apresentado, possibilitando melhora no quadro de saúde e qualidade de vida.

Entre em contato com nosso time de atendimento e agende uma consulta especializada!

Atendimento e consulta com retinólogo na RetinaPro

Conclusão

Neste artigo exclusivo você aprendeu sobre o retinólogo, o oftalmologista que se dedica, de maneira aprofundada, no diagnóstico e tratamento de doenças relacionadas à retina.

Como vimos, o olho humano apresenta uma delicada e complexa anatomia e, desse modo, a oftalmologia se ramificou para cobrir em detalhe cada aspecto da fisiologia, genética e patologias em áreas específicas.

Doenças relacionadas à retina, por exemplo a diabetes, atingem de maneira singular o funcionamento da visão e, nestes cenários, é necessário a intervenção atenta e qualificada de um retinólogo.

A RetinaPro conta com um corpo clínico altamente qualificado e dedicado à melhoria da qualidade de vida dos pacientes, com atenção à saúde dos olhos e prezando sempre pelo conforto, satisfação e saúde de cada um de nossos pacientes.

Entre em contato com nosso time de atendimento e agende uma consulta especializada!

Lesão na retina: entenda o que pode causar e como se prevenirLesão na retina

Você sabia que qualquer lesão na retina pode causar problemas visuais, como visão embaçada, flashes de luz e até mesmo a perda de visão?

A visão é um dos sentidos mais importantes do ser humano. É por meio dela que nos relacionamos com o mundo ao nosso redor, nos comunicamos e realizamos nossas atividades cotidianas.

Neste artigo, vamos falar sobre as causas, os sintomas e os tratamentos das lesões na retina. Você vai aprender a identificar os sinais de alerta e a procurar ajuda médica quanto antes, para evitar danos irreversíveis à sua visão. Boa leitura!

O que é retina?

A retina é uma membrana fina e sensível à luz que recobre a parte de trás do olho. Ela é composta por células que convertem a luz em impulsos elétricos, que são enviados ao cérebro através do nervo óptico.

As células fotorreceptoras da retina são chamadas de bastonetes e cones. Os bastonetes são responsáveis pela visão noturna e a percepção de movimento, enquanto os cones são responsáveis pela visão de cores e detalhes.

Resumidamente, a retina é essencial para a visão, e qualquer dano a ela pode causar problemas visuais.

O que pode causar lesão na retina?

O tipo mais comum de lesão na retina é o descolamento de retina. O descolamento de retina é uma separação das camadas da retina, a membrana sensível à luz que recobre a parte de trás do olho. Essa separação pode causar problemas visuais, como visão embaçada, flashes de luz e até mesmo a perda de visão.

Geralmente, o descolamento de retina acontece por causa da idade. Com o envelhecimento, o vítreo, substância gelatinosa que preenche o olho, pode se contrair e puxar a retina, causando uma ruptura. Essa ruptura pode permitir que o líquido vítreo se acumule entre as camadas da retina, causando o descolamento.

Contudo, há outras possíveis causas de lesão na retina, incluindo:

Quais são os sintomas de lesão na retina?

Os sintomas de descolamento de retina podem variar dependendo da gravidade do problema. De modo geral, os sintomas mais comuns são:

Como é feito o diagnóstico?

Exames oftalmológicos regulares são essenciais para detectar anormalidades da retina antes que causem danos à visão.

Os especialistas recomendam que todos os adultos com mais de 40 anos façam um exame oftalmológico completo a cada dois anos. Pessoas com fatores de risco para doenças da retina, como diabetes, hipertensão arterial ou história familiar de doenças da retina, devem fazer exames mais frequentes.

Em casos de lesão na retina, é possível que o oftalmologista peça um dos seguintes exames:

Lesão na retina sintomas

Como é feito o tratamento da retina?

Além da medicação, existem vários tratamentos para doenças da retina. O oftalmologista é o profissional capacitado para indicar o melhor procedimento para cada caso.

Confira abaixo quais são os principais tratamentos.

Em suma, são diversos os tratamentos para lesão na retina e dependem do tipo de doença e da gravidade. O oftalmologista é o único profissional capacitado para indicar o melhor procedimento para cada caso.

RetinaPro: médicos especializados em lesão na retina

Conforme apresentamos no conteúdo, uma lesão na retina pode desencadear grandes problemas e até mesmo causar cegueira. Contudo, é importante se prevenir, especialmente se você já tem mais de 50 anos. 

Além disso, quanto antes for tratada a lesão na retina, menores serão os danos causados a sua visão. 

Nossa clínica conta com tecnologia moderna para realizar os mais diversos serviços diagnósticos. Agende sua consulta ou exame!

Fique atento aos principais sintomas de descolamento de retinaFique atento aos principais sintomas de descolamento de retina

A retina é uma membrana fina que fica na parte mais ao fundo dos nossos olhos. Assim como todas as estruturas, ela é fundamental para a formação da nossa visão. Por isso, precisamos ficar atentos a um problema que pode acometê-la e reconhecer os sintomas de descolamento de retina.

Afinal, estamos falando de uma situação que requer atendimento oftalmológico urgente, uma vez que, se não controlada adequadamente, pode causar danos irreversíveis. Pela grande importância desse assunto, nós preparamos este material para mostrar, principalmente, quando ficar alerta acerca dos sintomas de descolamento da retina. Então, acompanhe a leitura!

Como a retina funciona?

Antes de tudo, é interessante entender como essa parte do nosso globo ocular funciona. Portanto, saiba que a retina é uma membrana cheia de células fotorreceptoras, ou seja, que atuam na recepção de ondas de luz.

Em seguida, essas fontes luminosas são enviadas ao cérebro, por meio do nervo óptico. Dessa maneira, a nossa visão é formada.

Vale ressaltar ainda que o olho possui um gel chamado de vítreo, que fica aderido à retina. Quando essa substância se desgruda da membrana, temos uma situação chamada de “descolamento de vítreo”. Já se a aderência é tão grande, há o perigo de rotura retiniana, que funciona como um rasgo da estrutura.

Quais são as causas de descolamento na retina?

Além desses aspectos que envolvem o vítreo, afetando diretamente a retina, também precisamos ficar atentos às seguintes condições:

Todas essas situações são indícios de maiores riscos para o descolamento que, nada mais é, do que a saída da retina do lugar certo dela, ou seja, da parede do fundo do olho.

Os tipos de descolamento da retina

Esse problema ocular pode se apresentar de três formas, que são:

  1. regmatogênico: a retina sofre uma lesão e o vítreo entra na parte acima dessa membrana;
  2. tracional: é a causa mais comum, geralmente, tem início pela formação de novos vasos sanguíneos por meio da doença de retinopatia diabética. Assim, essas estruturas promovem o descolamento da retina.
  3. exsudativo ou seroso: a retina sai do seu lugar de origem em razão do acúmulo de líquidos, que podem existir pelo aparecimento de um tumor ou processo inflamatório.

Quais são os sintomas de descolamento de retina?

Os principais sintomas de descolamento de retina envolvem:

Todavia, nem sempre esses sintomas aparecem de maneira abrupta e forte. Em algumas pessoas, os sintomas surgem de forma gradual.

Por isso., é fundamental manter as consultas periódicas com o médico oftalmologista e também procurá-lo mesmo em caso de uma piora pequena da visão. Na RetinaPro, em Belém, temos uma equipe pronta para atender.

Leia também o nosso e-book: Descolamento de retina – o guia definitivo

Como é o tratamento do descolamento de retina?

Após conhecer os sintomas de descolamento de retina, saiba que temos uma boa notícia: é possível tratar o problema. Como mencionamos no início deste material, estamos falando de urgência médica e que o tratamento envolve um procedimento cirúrgico.

O recomendado é não esperar mais do que uma semana do início dos sinais de alerta para realizar a operação. Existem três técnicas que o oftalmologista pode optar:

A recuperação envolve um repouso de cerca de 15 dias. Os médicos também recomendam ficar deitado com a cabeça para baixo o máximo de tempo possível, além de utilizar os curativos necessários.

Fique atento(a)!

Infelizmente, o problema, quando não tratado, pode levar à perda da visão. Portanto, ao perceber os sintomas de descolamento de retina, é fundamental buscar ajuda oftalmológica quanto antes.

Então, caso tenha restado alguma dúvida sobre esse assunto, venha conversar com os nossos especialistas. Conhecer mais sobre essa situação irá ajudar a preveni-la ou tratá-la rapidamente.

Conheça os principais auxílios ópticos para pacientes com baixa visãoConheça os principais auxílios ópticos para pacientes com baixa visão

Os pacientes com baixa visão podem encontrar diversas dificuldades para tarefas regulares do dia a dia. Entre elas, estão como se comunicar por meio de texto, estudar ou até mesmo realizar trabalhos da casa, como limpar algum cômodo. Felizmente, com o passar dos anos, foram criados auxílios ópticos que permitem que essas pessoas tenham mais qualidade de vida e possam ter uma rotina mais leve.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil há mais de 6 milhões de pacientes com baixa visão ou visão subnormal, termo utilizado para falar sobre a dificuldade permanente para enxergar. Além disso, 29 milhões de pessoas afirmam ter algum problema para ver, mesmo utilizando lentes ou óculos.

Se você, alguém da sua família ou do seu grupo de amigos está nessa estatística, os auxílios ópticos podem fazer parte da sua rotina. Continue lendo para saber mais e conhecer as opções disponíveis.

| Saiba mais sobre a dificuldade para enxergar

Conheça os auxílios ópticos para pacientes com baixa visão

Antes de falarmos sobre os principais auxílios ópticos que podem auxiliar a vida dos pacientes com baixa visão, não deixe de dar play no vídeo abaixo e saber mais sobre essa condição e a importância do acompanhante:

Agora confira quais são os objetos que podem (e devem) fazer parte da vida das pessoas com dificuldade para enxergar:

Óculos com lente de aumento

Esse tipo de óculos possui lentes muito mais fortes que as dos óculos de grau comumente utilizados. Eles são feitos de forma personalizada, considerando a dificuldade para enxergar do paciente, assim como ocorre com os outros tipos de óculos.

Para o seu uso, é necessário que o objeto de leitura, como o livro ou celular, por exemplo, fique bem próximo dos olhos. Sua maior vantagem é que não há necessidade de segurar os óculos, mantendo as mãos livres para manusear os materiais.

Lupas manuais

As lupas manuais são instrumentos que possuem uma lente capaz de aumentar muitas vezes o objeto de leitura. A pessoa precisa segurá-la enquanto realiza a atividade, mas ela permite que o livro, por exemplo, seja mantido a uma distância usual dos olhos.

Assim, os pacientes com baixa visão podem ler de forma muito mais confortável.

 

Lupas de apoio

As lupas de apoio, assim como o nome sugere, são aquelas que permanecem apoiadas sobre o objeto que está sendo observado. Elas são utilizadas em conjunto com óculos de correção para enxergar de perto.

Alguns modelos contam com luzes acopladas para facilitar ainda mais a visão.

| Saiba mais: 6 dicas para escolher o melhor óculos de grau

Telelupas

As telelupas são muito utilizadas por pacientes com baixa visão. Elas conseguem ampliar imagens distantes e podem ser utilizadas acopladas aos óculos de leitura ou manipuladas com as mãos. São excelentes para crianças em idade escolar que têm dificuldade para ler, já que possibilitam melhor visibilidade do quadro.

 

 

Circuito fechado de televisão

O circuito fechado de televisão é um sistema formado por uma câmera acoplada a um monitor. Assim, é possível colocar um livro no local e lê-lo de forma ampliada na tela. Além disso, também é possível reduzir ou aumentar o contraste, de acordo com as necessidades do paciente.

Esse tipo de aparelho é interessante, pois é de fácil utilização e torna a leitura e interpretação de imagens menos cansativas, se comparado a outros auxílios ópticos.

Prismas

Os prismas são instrumentos capazes de mover as imagens do campo visual afetado para uma porção saudável. São excelentes para pacientes que possuem cicatrizes na mácula, mas que ainda apresentam a região próxima da lesão intacta (para onde a imagem será desviada).

 

 

Auxílios não ópticos

Além de todos os itens citados acima, ainda há os auxílios que não são ópticos e podem auxiliar os pacientes com baixa visão. São eles:

Outro ponto importante é a redução da complexidade das fontes. Estilos muito elaborados prejudicam a leitura para pessoas com problemas na vista. Então, ao elaborar um texto, é importante priorizar o uso de fontes mais “limpas”, por serem menos cansativas e mais legíveis.

Se você deseja saber mais sobre os auxílios ópticos que podem ser utilizados, dê play no vídeo abaixo e confira nossa live completa sobre isso!

Para identificar quais são os instrumentos que poderão ajudar um paciente com baixa visão, é importante fazer o acompanhamento com um oftalmologista de confiança, que avaliará o estilo de vida da pessoa e fará recomendações. Conte conosco para isso.

Somos uma clínica, localizada em Belém, especializada em oftalmologia. Entre em contato para tirar suas dúvidas sobre o tema ou para agendar uma consulta.

Se gostou desse artigo, aproveite para nos seguir no Facebook e no Instagram para acompanhar mais conteúdos desse tipo.

7 coisas para saber antes de marcar sua consulta oftalmológica7 coisas para saber antes de marcar sua consulta oftalmológica

Marcar uma consulta oftalmológica sempre levanta muitas dúvidas, seja por ser a primeira vez ou pela necessidade de mudar de especialista. Esse nervosismo e a incerteza de não saber como agir é completamente normal e faz parte da vida de várias pessoas.

Durante esse momento, é comum ter dúvidas como:

Sabemos que mudar não é um processo fácil, então decidimos ajudar você nessa empreitada, respondendo os principais questionamentos sobre agendar uma consulta oftalmológica. Continue a leitura para saber o que é essencial na primeira consulta, como escolher o especialista e outras informações.

O que é importante na primeira consulta oftalmológica?

Para agendar uma consulta oftalmológica, você precisa, antes de qualquer coisa, considerar que o médico não está inteirado do seu caso. Portanto, se o seu desejo é dar continuidade ao tratamento sem prejuízos, é necessário disponibilizar o máximo possível de informações e dados obtidos anteriormente. Sem isso, o especialista terá que começar do zero.

Em sua primeira consulta de oftalmologia, leve todos os exames que já fez. Se obteve, em algum momento, um diagnóstico de problema ocular, não se esqueça de dizer. Há casos em que não é preciso fazer novos exames, exceto quando os já feitos estiverem defasados ou se o profissional constatar algo que demande uma avaliação mais minuciosa.

Além disso, é muito importante comunicá-lo sobre suas condições de saúde, assim como a da sua família. Isso é ainda mais importante para doenças como:

Aqueles que fazem uso de óculos de grau devem levá-los consigo, assim como as receitas antigas, medicamentos ou colírios que foram receitados pelo profissional anterior.

Vale ressaltar que essas orientações acima também valem para quem irá realizar a sua primeira consulta oftalmológica da vida. Fale sobre seus problemas de saúde e detalhe outros tratamentos que foram realizados com um clínico geral, se houver.

Principais dúvidas sobre a consulta oftalmológica

Se as informações acima ainda não ajudaram você a ficar mais tranquilo sobre a consulta com um especialista, tudo bem. Selecionamos e respondemos as principais dúvidas sobre a consulta oftalmológica. Confira!

1. Devo optar por uma clínica ou um consultório?

Uma dúvida que surge com muita frequência na hora de marcar uma consulta com oftalmologista está relacionada com a escolha entre uma clínica oftalmológica ou um consultório. Afinal, qual é melhor? A resposta para essa pergunta depende muito do tipo de suporte que você espera obter. Basicamente, a diferença entre o consultório e a clínica é a estrutura oferecida por cada um.

Os consultórios são, em geral, destinados para procedimentos mais simples, como consultas e exames de rotina, visto que não contam com equipamentos necessários para muitos diagnósticos. Em casos de maior complexidade, o profissional encaminha o paciente para uma clínica que realiza exames mais específicos.

Na hipótese de atendimento direto na clínica, a infraestrutura para realização de exames mais aprofundados está à disposição no mesmo local. Isso otimiza o tempo, uma vez que não é preciso deslocar-se para lugares diferentes. Além da comodidade de encontrar tudo centralizado, os resultados e diagnósticos costumam ser mais rápidos.

A opção entre um ou outro deve atender às necessidades de cada pessoa. No entanto, para aquelas que precisam de acompanhamento contínuo, ou que gostariam de ter um atendimento com assistência completa, a clínica oftalmológica é mais indicada.

Dê play no nosso vídeo e saiba mais sobre a praticidade que uma clínica oferece aos seus pacientes.

2. Como escolher uma boa clínica para fazer a consulta oftalmológica?

Antes de agendar uma consulta oftalmológica é importante buscar uma clínica que realmente tenha uma equipe capacitada para garantir um bom atendimento. Veja nossas dicas para acetar na escolha.

Busque por recomendações

Para ter mais confiança e segurança em sua escolha, a melhor atitude é saber como os outros pacientes avaliam o local. As opiniões de quem se consulta periodicamente na clínica oferecem uma perspectiva mais concreta sobre como é o atendimento, o tratamento, a estrutura e os profissionais.

É verdade que cada um faz uma avaliação da clínica de acordo com o seu caso, mas é inegável que uma somatória de críticas positivas colabora para fazer uma boa escolha. Procure as redes sociais do estabelecimento para observar como estão os níveis de satisfação dos pacientes e veja as avaliações no Google Meu Negócio.

Esteja atento à estrutura da clínica

Não basta contar com bons profissionais, é preciso oferecer uma boa estrutura para eles realizarem o seu trabalho da melhor maneira possível. Portanto, observe se a clínica oftalmológica dispõe de uma variedade de equipamentos modernos para realização de exames e diagnósticos completos e de precisão.

A disponibilidade desses aparatos contribui para a confiabilidade do diagnóstico e oferece ao paciente a certeza de que os procedimentos corretos serão realizados. Além disso, demonstra a preocupação da clínica em oferecer um atendimento de qualidade.

Avalie o atendimento

Um bom atendimento vai desde a recepção, passando pelos exames preparatórios, até a consulta de oftalmologia propriamente dita. Suas dúvidas foram sanadas? Você ficou muito tempo na sala de espera? Teve problemas para marcar sua consulta? Tudo isso deve ser considerado.

Toda a equipe deve estar preparada para recebê-lo e atendê-lo de maneira respeitosa e humanizada. Leve em consideração que esses profissionais serão os responsáveis por cuidar dos seus olhos, logo, é fundamental construírem uma relação de respeito, confiança e ética.

Conheça os serviços

Uma clínica oftalmológica pode contar com ótimos serviços, mas não oferecer aqueles que você precisa. Por isso, é imprescindível confirmar se ela atende às suas necessidades. Questione quais exames realiza, as especialidades dos oftalmologistas, os horários de atendimento e o que mais achar importante.

Afinal, se você está mudando seu local de acompanhamento, precisa que ele tenha, no mínimo, a mesma estrutura e serviços oferecidos pelo anterior.

3. É melhor ir sozinho ou acompanhado?

Ainda que você tenha o costume de ir sozinho à consulta oftalmológica, nessa primeira — com o novo oftalmologista, talvez seja interessante considerar ir acompanhado. A razão disso é que o profissional pode precisar fazer exames mais aprofundados e que interferem temporariamente na capacidade visual, como a dilatação da pupila.

Diante disso, um acompanhante garantirá mais conforto e segurança na volta para casa. Mas se não tiver ninguém para ir com você, não se preocupe, porque isso não é uma regra. Basta, no dia, conversar com o médico sobre a impossibilidade de realizar um exame desse tipo.

Outra boa ideia é entrar em contato com a clínica que você agendou a consulta oftalmológica para confirmar se há a necessidade, ou não, de ter companhia.

4. Quais os principais procedimentos realizados na primeira consulta oftalmológica?

Na primeira consulta oftalmológica, o profissional precisa colher o máximo de dados e informações possíveis para conhecer o paciente e sua história clínica. Para isso, a consulta se inicia com a anamnese — uma entrevista com o paciente em que se pergunta:

Em seguida, o profissional examinará os olhos para observar estruturas como a pálpebra, conjuntiva e outras, a fim de investigar alterações do segmento externo do olho. Em seguida, realiza a refração para descobrir se há necessidade de uso de lentes corretivas e o grau que elas precisam ter para serem eficazes. Depois, observa o fundo do olho para verificar se existe alguma alteração.

Por fim, o oftalmologista afere a pressão intraocular em busca de sinais de glaucoma e solicita exames mais aprofundados, se necessário. Então, os procedimentos e exames que são realizados em uma consulta de oftalmologia de rotina são:

Apesar disso ser comum, nem sempre todas as consultas oftalmológicas ocorrerão dessa forma, podendo haver variações de acordo com as queixas. Se o especialista suspeitar que o paciente tem daltonismo, uma doença que dificulta ou impede a diferenciação de cores, por exemplo, pode realizar o teste de Ishihara.

Já nos casos em que se desconfia de problemas na retina, o médico pode realizar o mapeamento da retina, um exame simples. Dê play no vídeo abaixo e saiba mais sobre ele.

5. Quando devo ir ao oftalmologista?

Reconhecer a importância do acompanhamento com um profissional especializado é compreender que não é preciso esperar pelo aparecimento de algum sintoma grave para buscar ajuda e orientação.

A saúde ocular é séria e merece a mesma atenção que qualquer outra parte do seu corpo. Manter a regularidade das consultas oftalmológicas auxilia na obtenção de diagnósticos precoces que, por sua vez, diminuem os riscos de avanço de doenças.

Quadros clínicos como o de glaucoma — uma doença degenerativa do nervo óptico — podem ser silenciosos e assintomáticos até que a perda da visão ocorra de forma irreversível. O acompanhamento possibilita iniciar tratamentos assim que se descobre alguma irregularidade, o que torna as chances de sucesso terapêutico muito maiores.

Além das consultas periódicas, outras dicas para que você possa se prevenir de problemas oftalmológicos são a proteção contra os raios solares (com o uso de lentes de qualidade) e a manutenção de uma alimentação nutritiva, saudável e equilibrada. Sempre que possível, priorize a ingestão de alimentos que são benéficos aos olhos, como peixes, ovos, frutas e verduras.

Quer saber mais sobre a relação da alimentação com a saúde ocular? Então, veja a nossa live completa sobre o assunto.

6. Quais sinais indicam a necessidade de marcar uma consulta oftalmológica?

Embora as consultas oftalmológicas devam acontecer anualmente, em alguns casos é preciso antecipar a data em função de alguns sintomas. Esses sinais podem ser indícios de doenças oculares se instalando e, por isso, precisam ser investigados mais a fundo, com o intuito de buscar um tratamento adequado e evitar a progressão.

Você deve procurar um oftalmologista em casos de:

7. As consultas são diferentes em cada fase da vida?

Vale sempre lembrar que as pessoas são diferentes umas das outras, assim como suas necessidades oftálmicas. Alguns nascem precisando de acompanhamento, outros precisam realizar consultas mais frequentes e assim por diante.

No entanto, de maneira geral, podemos dizer que cada etapa da vida requer precauções e cuidados especiais no que se refere à saúde dos olhos. A seguir, explicamos melhor como isso acontece nas diferentes faixas etárias.

Bebês

A atenção com a visão do bebê deve começar ainda na gravidez, por meio do pré-natal e outros exames requeridos pelo obstreta. Isso porque eles ajudam a diagnosticar condições que podem prejudicar o desenvolvimento do feto.

Como a capacidade visual da criança vai se desenvolvendo aos poucos, o teste do olhinho, realizado logo após nascimento, é fundamental para identificar possíveis doenças como a catarata e o retinoblastoma (uma espécie de câncer ocular que prejudica a retina). Dos seis meses de idade até um ou dois anos, é amplamente recomendável levar a criança a uma consulta oftalmológica para fazer um checkup. Casos como o de obstrução do canal lacrimal ou mesmo estrabismo podem ser comuns nessa fase, e o tratamento mostra-se bastante eficaz.

Vale ressaltar que até os 4 anos a visão da criança vai evoluindo de forma progressiva, mas é preciso incentivar isso para evitar problemas de visão. Dê play no vídeo abaixo e entenda mais sobre a saúde visual infantil.

Crianças

Com aproximadamente 5 anos, a visão da criança já está madura. Além disso, o aumento de atividades no dia a dia dos pequenos requer que esse sentido esteja em seu mais perfeito estado. Nessa fase, sobretudo no início da vida escolar, é preciso estar muito atento a qualquer sintoma.

Não são raros os casos em que a criança apresenta dificuldade para enxergar, mas não consegue expressar de forma clara o que está sentindo de diferente. Dessa situação decorrem outras, como problemas de aprendizagem, dores de cabeça frequentes, irritação e falta de interesse na leitura.

Uma reação comum que ajuda a detectar possíveis transtornos é o franzir da testa para enxergar de longe ou a necessidade de aproximar-se do objeto para observá-lo. As consultas oftalmológicas são essenciais para a obtenção de um diagnóstico preciso, que seja capaz de localizar sinais de hipermetropia, miopia ou astigmatismo.

Outro problema que pode aparecer é a ambliopia, que consiste na pouca visão em um dos olhos. Se não houver correção, ela pode levar a um deficit permanente na visão do olho afetado, visto que o cérebro começa a ignorar essa vista fraca, concentrando na que está boa.

Adolescentes e adultos

A exigência de lentes de contato ou de óculos para correção visual costuma ser ainda mais recorrente nessas fases. Quando o caso permite que o distúrbio seja tratado por meio de procedimentos com laser, as cirurgias refrativas apresentam-se como uma boa opção.

Outras condições, como vista cansada, lacrimejamento e coceira nos olhos também costumam aparecer com muita frequência. Desse modo, passar por uma consulta de oftalmologia pelo menos uma vez por ano é essencial. Nesta faixa etária, também podem ocorrer diversos problemas oculares, como infecções, inflamações e outras doenças que exigem o acompanhamento oftalmológico.

Idosos

Quem cuidou da saúde (inclusive ocular) por toda a vida, provavelmente envelhecerá com mais tranquilidade e terá menos chance de desenvolver transtornos graves na terceira idade. De qualquer maneira, doenças como a catarata e a DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade) podem se manifestar, reforçando a necessidade de acompanhamento médico. Além disso, a regularidade nas consultas oftalmológicas é primordial para quem usa lentes corretivas em razão dos ajustes que podem ser necessários.

Como você pode ver, embora os procedimentos possam ser diferentes, fazer o acompanhamento com um especialista é essencial em todas as fases da vida. O ideal é que esse hábito se inicie ainda na infância e prossiga até a terceira idade, sempre com atenção especial para pessoas que têm alguma propensão para desenvolver problemas de visão.

Se você mora em Belém e está procurando por uma clínica para agendar sua consulta oftalmológica, conheça a RetinaPro. Somos uma clínica especializada em retina e contamos com uma equipe altamente capacitada para atender você. Além de consultas, oferecemos diversos exames de última geração. Entre em contato conosco para tirar suas dúvidas e agende um horário com nossos especialistas.

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Como não pegar conjuntivite?Como não pegar conjuntivite!

Em um belo dia, você acorda com olhos vermelhos, coçando muito e, de repente, está lacrimejando o tempo todo e com uma sensação constante (e incômoda) de areia nos olhos. Nessa hora, você pode até pesquisar como não pegar conjuntivite, mas é tarde demais para isso!

De toda forma, é possível aliviar os sintomas da conjuntivite e evitar essa situação futuramente. Nós estamos aqui para ajudar a fazer isso. Neste artigo, vamos falar um pouco mais sobre essa enfermidade que acomete milhares de pessoas no mundo todo.

Então, se você deseja saber como se pega essa doença, quais os tipos, os principais sintomas e as formas corretas de tratamento, continue a leitura!

O que é a conjuntivite?

A conjuntivite nada mais é do que a inflamação da conjuntiva, uma membrana transparente que reveste o globo ocular (parte branca do olho) e a porção interna da pálpebra.

Dê play no vídeo abaixo com o Dr. Alexandre Rosa para saber mais sobre as partes dos olho e entender onde fica a conjuntiva.

Geralmente, a infecção começa primeiro em um dos olhos, mas, com o passar dos dias, o outro acaba sendo afetado. Se bem tratada, não costuma deixar sequelas e dura, em média, de uma semana a quinze dias.

Mas também há a possibilidade da doença se desenvolver de forma crônica, durando mais de quatro semanas. Nesses casos, é importante fazer um acompanhamento médico para controlar os sintomas da conjuntivite que impactam na qualidade de vida.

Qual o período de maior incidência?

A incidência da conjuntivite aumenta durante as estações do verão e do inverno, pois são as épocas nas quais nos expomos mais a situações que envolvem aglomeração de pessoas. Já no outono, o risco está relacionado à baixa umidade do ar, que tende a ressecar as mucosas e abrir espaço para a contaminação.

E esse problema também pode ocorrer na primavera, quando há o contato direto com objetos contaminados. Ou seja, a conjuntivite pode ocorrer durante todo o ano, dependendo diretamente dos hábitos e costumes de cada um.

Além da época do ano, há pessoas que são mais propensas a essa infecção, como aquelas que fazem atendimento ao público ou professores, que convivem com crianças que coçam os olhos com mais frequência e não tem o devido cuidado para evitar a infecção de terceiros.

Além disso, alguns trabalhadores que manuseiam certos materiais, como medicamentos, produtos químicos, metais e vidros, também têm uma tendência maior à infecção nos olhos.

Quais os sintomas de conjuntivite?

Os sintomas de conjuntivite podem variar de acordo com a causa da inflamação. Mas, de forma geral, incluem:

Há mais de um tipo de conjuntivite?

Para saber como não pegar conjuntivite, é importante compreender os seus tipos, que se dividem em quatro e são definidos conforme a sua causa e sintomas:

Como falado, os sintomas podem variar de acordo com a causa, mas tendem a ser percebidos da mesma forma pelos pacientes. Portanto, a melhor maneira de diferenciá-las é procurando atendimento oftalmológico especializado.

Continue a leitura para conhecer os diferentes tipos de conjuntivite:

1. Conjuntivite viral

Causada por vírus (principalmente os adenovírus), esse é o gênero mais comum, por ser de fácil disseminação. Sua transmissão, ao contrário do que muitos pensam, não é feita através do ar, mas pelo contato com secreções oculares, tosse ou espirro de pessoa infectada, ou ainda com objetos contaminados.

Os sintomas da conjuntivite viral dos quais as pessoas mais se queixam são sensação de areia nos olhos, secreção esbranquiçada e lacrimejamento intenso.

É importante saber que a resolução completa do quadro pode levar até duas semanas e, dependendo da gravidade, sobretudo do subtipo de adenovírus causador, podem aparecer manchas na córnea, provocando dificuldade visual.

2. Conjuntivite bacteriana

Esse tipo de conjuntivite é causado por bactérias como Staphylococcus, Streptococcus, Clamydia e Neisseria (conjuntivite gonocócica). O seu aparecimento é menos frequente do que o da conjuntivite viral, no entanto, ela é mais perigosa.

Normalmente, é identificada pelos sinais de vermelhidão, secreção purulenta e inchaço intenso, mas o lacrimejamento não é tão frequente.

O contágio ocorre através de contato pessoal com a bactéria, por isso, evite encostar a mão suja nos olhos para não pegar conjuntivite.

A conjuntivite bacteriana pode aparecer em recém-nascidos, quando há a contaminação no canal do parto.

3. Conjuntivite alérgica

Em geral, esse tipo de conjuntivite afeta ambos os olhos. Ela é provocada por substâncias alérgenas, como poeira, pólen e pelos de animais. Em outros casos, a irritação se dá devido a elementos presentes nos xampus ou nas maquiagens.

Atenção! Se você já tem alguma alergia, como rinite ou bronquite, é mais propenso a essa condição.

Coceira intensa e muito inchaço são os sintomas de conjuntivite alérgica mais evidentes. A vermelhidão e o lacrimejamento, por sua vez, ocorrem em menor proporção com tempo de duração variável.

4. Conjuntivite tóxica

A maneira de se pegar conjuntivite tóxica é por meio da contaminação com produtos químicos, os mais comuns são:

Ela se manifesta através de olhos lacrimejando e com vermelhidão. Contudo, essas desagradáveis sensações costumam desaparecer rapidamente se a região for lavada com soro fisiológico.

Se quiser saber mais informações sobre os tipos de conjuntivite, dê play no nosso vídeo com a Dra. Thais Mendes.

Como é feito o diagnóstico da conjuntivite?

Como os sintomas da conjuntivite são similares, não é possível considerar apenas eles para fazer o diagnóstico. Deve-se realizar um exame com um especialista, o oftalmologista. Em alguns casos, pode-se coletar a secreção para análises mais específicas.

Não deixe de procurar o seu médico assim que aparecerem os primeiros sintomas! Na maioria dos casos e, especialmente, nas duas semanas iniciais, a conjuntivite é altamente contagiosa. O diagnóstico precoce pode ajudar na proteção das pessoas com as quais você convive.

Como é feito o tratamento da conjuntivite?

O tratamento da conjuntivite pode ser feito de diferentes formas, dependendo diretamente da sua causa. Mas, em todos os casos, é importante evitar esfregar os olhos ou utilizar produtos que irritam ainda mais a área. Além disso, a lavagem com soro fisiológico é recomendada para fazer a remoção da secreção e a limpeza ocular.

Em relação ao tratamento com medicamentos, é preciso consultar um oftalmologista, que fará o diagnóstico correto e indicará o colírio ou remédio ideal para você de acordo com o tipo da conjuntivite.

No caso da conjuntivite viral, não há, exatamente, uma metodologia a ser utilizada para o tratamento. Normalmente, é feito apenas o uso de colírios para diminuir os sintomas, que são bem incômodos.  Já nos casos bacterianos, é preciso utilizar antibióticos, que podem vir em gota ou em pomadas. E para a alérgica, é necessário um antialérgico.

Mas lembre-se, apenas um especialista poderá recomendar o tratamento para conjuntivite ideal para a sua condição. É importante, então, procurar um especialista para fazer o diagnóstico e utilizar os colírios mais indicados para o seu caso.

Por que o tratamento é importante?

Se o paciente seguir o tratamento da conjuntivite indicado pelo especialista, as chances de obter uma completa resolução do quadro são maiores. Além disso, usar a medicação correta e seguir as orientações dadas durante a consulta colaboram para evitar complicações e até sequelas.

É importante alertar, novamente, que somente o oftalmologista pode dizer qual o medicamento mais adequado para o seu caso, a dosagem precisa e o tempo de duração do tratamento. Siga as orientações oferecidas por ele e, em hipótese alguma, se automedique.

A automedicação pode trazer sérias consequências para a saúde ocular e ainda pode piorar os sintomas da conjuntivite. O uso de colírios corticoides sem prescrição, por exemplo, pode causar glaucoma, catarata, entre outros efeitos colaterais. Além disso, interromper o tratamento ou aumentar a dose do medicamento receitado pode ser igualmente perigoso.

Como não pegar conjuntivite: veja nossas dicas

Agora que você já sabe tudo sobre essa doença, fica mais fácil compreender como não pegar conjuntivite, bem como impedir a sua disseminação, caso você ou alguém próximo já tenha contraído a doença. Selecionamos alguns cuidados essenciais, vamos a eles?

Evite o contato com a secreção de uma pessoa doente

Quando a conjuntivite é infecciosa (viral ou bacteriana), é importante evitar o contato com as pessoas infectadas, da mesma forma que elas devem se resguardar no período de infecção.

Nesse sentido, é melhor não ter contato direto com os mesmos utensílios domésticos e objetos contaminados, que devem ser higienizados antes de serem compartilhados. Entre os itens que exigem mais atenção, estão:

Além disso, é bom lembrar que a forma viral ainda pode ser contraída pelo contato com a saliva. No entanto, isso não quer dizer que a conjuntivite se pega pelo ar. Então, é possível conviver normalmente com alguém infectado, desde que se tenha cuidado com a higiene pessoal e não se compartilhe objetos pessoais ou alimentos.

Mantenha uma higiene pessoal adequada

A higiene é fundamental para evitar o contágio da conjuntivite. Mesmo quem não está convivendo com alguém doente, deve sempre lavar as mãos antes de levá-las aos olhos. Do contrário, é possível se contaminar diretamente, levando as bactérias ou vírus que vão causar a inflamação.

Um detalhe importante é que as bactérias e vírus são bastante resistentes, ainda que estejam em locais públicos. É o caso, por exemplo, de locais fechados, como ônibus e elevadores, além dos corrimãos de escadas.

Assim, como é quase impossível evitar esses lugares, é importante não colocar as mãos nos olhos sem lavá-las antes ou ao menos higienizá-las com álcool em gel.

Impeça a autocontaminação

Mais uma vez, é a higiene pessoal que pesará aqui. A verdade é que o nosso corpo carrega uma infinidade de bactérias e vírus. E eles podem habitar uma parte do corpo sem nenhum prejuízo, mas podem contaminar outras se forem levados até elas.

Um exemplo são bactérias que vivem normalmente no nosso intestino e na boca, mas que podem causar infecções em contato com os olhos. Essa autocontaminação é muito comum. Por isso, deve-se evitar levar as mãos à boca e depois aos olhos. Da mesma forma, não se pode pegar ou coçar as partes íntimas e não lavar as mãos em seguida.

Outra situação facilmente ignorada é a contaminação de um olho pelo outro. Quando se coça o olho contaminado e, depois, o que está saudável, é quase certo que os vírus e bactérias serão transmitidos, ficando com conjuntivite em ambos os olhos.

Evite lugares fechados ou aglomerações

Há muitos relatos de pessoas que contraíram a conjuntivite após frequentar piscinas, ambientes fechados ou aglomerações.

Por isso, se você quer evitar os sintomas de conjuntivite é importante:

Suspenda o uso de substâncias que podem causar alergias

O olho é uma região naturalmente muito sensível, por isso muitas substâncias podem ser irritantes. A possibilidade de se ter uma alergia varia muito de uma pessoa para outra. Por isso, é importante prestar atenção às substâncias, como maquiagens, cosméticos e produtos químicos, assim como a data de validade deles.

Além disso, é necessário evitar o contato com os causadores de alergia, quando são conhecidos. Da mesma forma, deve-se suspender o uso de qualquer material que possa entrar em contato com os olhos se começar uma irritação.

É necessário lavá-los bem para retirar o produto, assim como as mãos, antes de levá-las aos olhos. É válido frisar que, ao contrário da conjuntivite causada por vírus e bactérias, os alérgenos não são transmitidos de uma pessoa para outra.

Tenha cuidado ao usar lentes de contato

As lentes de contato também podem ser uma das causas da conjuntivite. Isso pode ocorrer quando esse item não é higienizado ou utilizado corretamente.

Além disso, pacientes que usam lentes de contato durante a conjuntivite podem agravar o quadro. Por isso, nós recomendamos:

Esperamos que estas informações sobre como não pegar conjuntivite possam auxiliar você a ter mais saúde ocular. Lembre-se sempre: ao ter qualquer sintoma, como vermelhidão, coceira ou secreção, consulte um oftalmologista para iniciar o tratamento da conjuntivite! É importante também orientar aqueles que convivem com você, tanto em casa quanto no trabalho, para ficar atento e, ao notar qualquer anormalidade no olho, evitar contato com outras pessoas.

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Ultrassonografia ocular em BelémUltrassonografia ocular em Belém

Está procurando por uma ultrassonografia ocular em Belém? Acabou de achar a primeira clínica especializada em saúde da retina do Norte do Brasil!

Esse exame é amplamente pedido para analisar a saúde dos olhos e detectar condições que causam danos a eles. É relativamente simples e rápido, sem precisar se preocupar com dores ou desconfortos após o procedimento.

Mas antes de marcar a sua ultrassonografia ocular em Belém, recomendamos que você saiba mais sobre ela, tirando suas dúvidas sobre como o procedimento é feito e se necessita de preparação prévia.

Ultrassonografia ocular em Belém: saiba mais sobre o exame

Para que você possa decidir onde fazer a sua ultrassonografia ocular em Belém, é importante entender o que é e como o exame é realizado.

Também chamado de ecografia ocular, esse exame utiliza as ondas ultrassônicas para criar uma imagem do olho. Essas ondas ultrassônicas podem ser utilizadas em diversos exames. O mais conhecido é o ultrassom que as mulheres costumam fazer durante a gestação.

Essa técnica de imagem, é utilizada desde 1956 para o diagnóstico de doenças oculares em seres humanos. Apesar do grande avanço da medicina ao longo dos anos, esse continua sendo um exame muito utilizado, principalmente por ser rápido, fácil de executar e não ser invasivo.

Ele pode ser realizado de duas formas: modo-A e modo-B.

O modo-A, também chamado de avaliação quantitativa, é o menos utilizado e proporciona dados da estrutura em análise, como a homogeneidade, a transmissão, a reflexão, a amplitude e outros detalhes.

Já o modo-B, também chamado de exame cinético, consegue criar imagens das estruturas anatômicas, o que permite que o especialista analise a forma, o tamanho e a posição do olho.

Também é possível ser realizado das duas formas para trazer resultados mais precisos.

Como é feita a ecografia ocular?

O método do exame dependerá diretamente do que está se analisando. Em geral, o equipamento, chamado de transdutor, é colocado diretamente sobre a córnea, o que fornece imagens de alta qualidade. Nesse caso, é utilizado um anestésico tópico para diminuir a sensação de desconforto.

Também é possível realizar a ecografia ocular com o equipamento na pálpebra fechada, em específico quando há úlcera corneal profunda, traumatismo grave ou cirurgia ocular recente.

Esse exame não exige preparação prévia, como interrupção de remédios ou colírios. Caso você utilize lentes de contato, é preciso removê-las antes do procedimento.

AGENDAR ULTRASSONOGRAFIA OCULAR EM BELÉM

Ainda ficou com dúvidas sobre como o exame é realizado? Então veja o nosso vídeo!

Ultrassonografia ocular: quando fazer?

A ultrassonografia ocular, é comumente solicitado pelos médicos para avaliações de:

Dessa forma, ela é indicada em casos de opacidade ocular, ou seja, a dificuldade da passagem de luz.

Normalmente, isso ocorre após um trauma ou ainda por doenças orbitais, como a catarata. Segundo o Atlas de Ecografia Oftálmica, as principais causas da opacidade ocular são:

Portanto, em situações de traumas, inflamações ou percepção de visão turva é importante procurar um oftalmologista, para identificar suas causas com o auxílio da ultrassonografia ocular. Importante: não adie a consulta ao especialista, o tempo é um bem precioso quando o assunto é a visão!

Atenção à experiência do paciente

Como grande diferencial da nossa clínica, está o cuidado com a experiência do paciente, desde o agendamento do exame até o acompanhamento pós-consulta. O nosso corpo clínico é especializado em saúde da retina e está presente em todos os procedimentos, à disposição para tirar suas dúvidas e auxiliar você em todos os momentos.

Contamos com médicos com ampla experiência na área, que atuam como professores, com mestrado e doutorado. Como reflexo direto dos equipamentos de qualidade e profissionais capacitados, conseguimos promover diagnósticos na hora, de forma totalmente digital.

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